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Eu quero-te BEM!

A importância de saber viver em sociedade e as implicações que tem no nosso bem-estar.

A importância de saber viver em sociedade e as implicações que tem no nosso bem-estar. As liberdades e garantias de cada um, quando confrontadas com um bem superior o da saúde pública. Quanto a mim… Eu quero-te BEM!

Cada vez mais leio e ouço opiniões diferentes sobre as medidas que o estado Português visa implementar, na tentativa de travar a escalada de casos de COVID19.

Costumo dizer que “a minha liberdade termina onde começa a tua”, isto porque todos temos direitos a uma opinião, e nenhum de nós pode acusar o próximo de defender o que acha justo. Por isso, esta peça reflete apenas a minha opinião, enquanto cidadã nacional, votante, e pagadora de taxas e impostos.

Acima de tudo vivemos uma pandemia (criada em laboratório ou não) o facto é que estamos perante um vírus de fácil transmissão e com repercussões sérias nas nossas vidas pessoais, profissionais, com manifestações a nível Nacional e Mundial. É um vírus que não escolhe cores, credos, situações económicas nem fronteiras.

Para quem, como eu, tem um filho a mais de 3000 Km de casa, a dor de já não o ter comigo presencialmente há um ano, tem sido muito difícil de gerir. Esta dor tem, como é lógico, implicações na minha vida quotidiana. Além do mais somos ambos portadores de uma doença genética, que no pior dos casos nos impede de tomar a medicação que está a ser dada aos doentes COVID.

Contudo, focando-me no que de facto importa e no que me motiva diariamente estamos bem, com saúde e felizes! Tenho a enorme sorte de ter um marido que, acima de tudo, coloca o meu bem-estar e que, durante os tempos de Estado de Emergência e juntamente comigo, aceitou o melhor e o menos bom de cada um e reforçámos o nosso casamento – ao contrário de tantos outros casais em que esse momento foi disruptivo na vida familiar.

Todavia, na sociedade, sou amplamente criticada pelo uso constante da máscara, com o não querer participar em grandes reuniões/ajuntamentos, mas eu tenho o direito a fazê-lo, certo? E em que medida esta minha escolha vai prejudicar ou afectar quem quer que seja? Nada nem ninguém!

Sou apologista que deveria, sim, ser obrigatória a inserção, directamente feita pelo médico, do resultado do teste COVID positivo de qualquer cidadão, na Plataforma STAYAWAY COVID – um valor mais alto se impõe, o da saúde pública.

Volto a referir a minha avó e os seus sábios ensinamentos, e ela sempre me disse: Quem não deve não teme!

Gostava também que de uma vez por todas fossem apresentados os reais números da pandemia em Portugal, pois o pessoal médico e das Juntas Médicas, referem que o que se noticia não são nem de perto os números reais – e temos o direito de saber.

O bem-estar de cada um está neste momento intimamente ligado ao da pessoa junto à qual vamos no metro em hora de ponta, à outra empregada de uma cafetaria que constantemente passa a mão na parte da frente da máscara e depois, sem qualquer tipo de higienização, vai fazer a sandes que pedimos, ao do colega de trabalho que sabe que está com alguns sintomas, e independentemente da S24 o mandar para casa em isolamento opta por ir trabalhar porque a ele não lhe vai acontecer.

Quanto aos defensores das chamadas “estratégias de imunidade de grupo”, ainda dia 15/10/2020 cientistas de renome internacional alertam para os perigos destas estratégias, sendo um deles o perigo de colapso dos sistemas de saúde, pois representam um fardo inaceitável para os profissionais de saúde, sendo que de facto as alternativas que apontam passam são as restrições “de forma suprimir efetivamente as infeções por SARS-CoV-2 e colocá-las em níveis baixos que vão permitir a deteção rápida de surtos localizados e uma resposta rápida através de sistemas eficientes e abrangentes de localização, teste, rastreamento, isolamento e suporte para que a vida possa regressar ao normal sem a necessidade de restrições generalizadas”, preconizam estes cientistas.

Ora, neste momento em que tanto se ataca o Governo, goste-se ou não dele, somos chamados cada um de nós a participar – e desta vez de facto – na vida da sociedade, e… é agora que vejo tudo a saltar fora… Agora é a altura de se mostrarem preocupados com o próximo, de deixarem cair o EU e assumirem de uma vez por todas o NÓS que tanto apregoam.

Eu quero-te BEM, por isso, se for POSITIVA registem-me, eu quero que sejas informado e te protejas a ti e aos teus – de uma vez por todas, caminha a meu lado, não me importa a tua cor política, a tua religião, a cor da tua pele – apenas TU, apenas EU, apenas NÓS!

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