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Sex/Life – Review

Ai! A série que vos trago do pós-férias é mesmo para mandar a depressão embora. Ou não!

Olha o aviso fresquinho.

*Este artigo contém spoilers*

Sex/Life é uma série americana (ainda só temos uma temporada) que podemos assistir no canal de streaming Netflix desde o dia 25 de junho de 2021. Foi criada por Stacy Rukeyser. E é baseada no livro “44 Chapters About 4 Men” (44 Capítulos acerca de 4 Homens) de B.B. Easton. Infelizmente não está na língua portuguesa (de Portugal), mas o livro está à venda em Portugal em outras línguas.

Aconselho a que vejam esta série longe de crianças, tem algumas cenas de sexo e de nudismo. Principalmente quando chegarem ao episódio 3, exatamente ao minuto 20:00.

De repente ficou um calor interessante. A questão que mais se coloca é “será real ou montagem?”

Mas deixemos o episódio 3, minuto 20:00 lá sossegadinho e vamos ao que interessa.

Sobre a série, existem muitas mulheres que se vão identificar com a personagem principal.

Descontente com a sua vida sexual, a nossa protagonista, Billie Connelly (Sarah Shahi), uma psicóloga que desiste da carreira e de fazer doutoramento para ficar em casa a tratar dos dois filhos e ser a dona de casa perfeita, resolve escrever um diário sobre os seus sonhos eróticos e de como a sua vida sexual está estagnada. Até que certo dia reencontra o seu ex-namorado Brad Simon, com quem a vida sexual era tudo menos monótona. E escreve sobre a vontade que tem de reviver aquelas loucuras. Só que o curioso do marido resolve ler o diário de Billie. Asneira! É aí que começam as desconfianças.

Brad Simon (Adam Demos), ex-namorado de Billie, produtor de música, atlético, simpático, bonito, atraente, ou melhor, super atraente, com uma voz que dá vontade de ouvir todos dos dias ao acordar…. Não divaguemos! (risos) Mas que enquanto namorou com a nossa dona de casa desesperada era uma autêntica besta. Uma relação para lá de tóxica. Ele desaparecia por dias e quando se lembrava, voltava e pedia desculpas a Billie e esta lá o perdoava.

Certo dia na faculdade, aparece Cooper Connelly (Mike Vogel) na frente das duas melhores amigas, Billie e  Sasha Snow (Margaret Oette), aquela amiga que se farta de dar conselhos e depois faz completamente o contrário do que diz (sim ela tem uma relação a nível sexual ali com o amiguinho Brad).

Cooper é aquele homem que toda a mulher deseja. É simpático, bom pai, bom marido, atencioso, bonito, charmoso, mas… falta a chama do sexo puro e duro. Aquele desejo ardente. Aquele sexo que nos deixa de pernas bambas. E que até os vizinhos de cima e do lado nos ouvem. É ciumento e desconfiado. Quando lê o diário da esposa, vai vigiar a concorrência e é quando chegamos ao minuto 20:00 (exatamente) do episódio 3.

Esta é uma série que muitos vão achar aborrecida e um clichê, mas que na verdade é a realidade de muitas donas de casa de todo o mundo. Eu como uma mulher divorciada, encontrei algumas semelhanças de como me sentia quando era casada. Nas situações de ser deixada para trás em decisões, em querer conversar e o sono ou o futebol ser mais importante, em o trabalho se sobrepor à vida de casal.

O caso de Billie é que sente isso tudo a juntar às saudades que tinha da vida de solteira e das noites, tardes e manhãs de sexo com Brad, o Deus do sexo.

No fim da temporada, Billie deixa um bom mistério no ar, fazendo uma excelente proposta a Brad. Será que ele aceita e que poderemos ter uma segunda temporada deste trio sexual?

Para não me alongar mais, deixo-vos o trailer e espero que gostem, tanto quanto eu.

Ah! Já falei do episódio 3? (risos).

Nota: este artigo foi escrito seguindo as regras do Novo Acordo Ortográfico.

Ana Gonçalves

Nascida e criada em Castelo Branco, Portugal. Empregada Forense de Agente de Execução de profissão. Em 2010 nasce o meu maior tesouro, a minha razão de viver e o meu melhor amigo, o meu filho. O meu maior sonho é realizar todos os seu sonhos. Tenho um gosto enorme por viagens. Diversão e boa disposição não faltam. Nunca há mau humor por estes lados. Somente me iniciei na escrita aos 32 anos, apesar de ter o gosto pela leitura desde sempre. Os livros que me deixaram rendida à literatura foram "A Lua de Joana" de Maria Teresa Maia Gonzales, seguindo-se "Os Filhos da Droga" de Christiane F.

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