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A importância da formação em contexto laboral

Como a sua implementação e transmissão positiva de resultados melhora o desempenho dos colaboradores

Esqueçamos por instantes os programas de formação obrigatória que são impostos pelos sistemas de qualidade, e passemos à formação de qualidade que é dada em tantas empresas do nosso País de forma a alimentar a mente e vontade de crescimento dos seus colaboradores.

Para mim, acima de conteúdos e programas, a principal diferenciação é o formador! Aquele formador que de forma abnegada e vigorosa nos passa muito mais que a teoria, nos passa o saber fazer. Aquele que exige de nós a responsabilidade com horários, a importância pelo colega, o respeito pelo trabalho individual de cada um e a capacidade de nos conseguirmos encaixar dentro de uma estrutura, esse sim é o formador que nos desperta, que nos faz aprender, e acima de tudo é aquele formador que nos faz questionar.

Questionar é uma das melhores ferramentas de aprendizagem que qualquer formador, ou educador, tem à sua disposição – através da interrogação, aprendemos, conhecemos outros pontos de vista, muitas das vezes abrimos janelas para uma outra percepção, que nunca haveríamos de ter descoberto não fosse pelo questionar de alguém.

A beleza de um grupo de colaboradores reside nas suas diferenças, na forma como cada um de forma individual pode contribuir para resolver uma questão que diga respeito a toda a equipa.

A formação em contexto laboral pode e, quanto a mim, deve fomentar uma aprendizagem do grupo, através de situações dramatizadas (role play), de jogos didáticos, e representação e visualização de um cenário hipotético, de discussão em grupo dos pontos fortes e pontos a melhorar de cada um, de forma sempre respeitosa e humilde. Uma formação meramente assente numa oratória irá fragmentar o grupo, irá distanciar o formador do formando, e em algumas das situações pode este tipo de formação incrementar a falta de produção, pois os colaboradores não se reveem como parte integrante da estrutura.

Quantos de nós, que somos responsáveis por Equipas, não gostaríamos de ter uma Equipa capaz de realizar (e deixem-me passar a analogia) a paragem perfeita na pit box para mudança de pneus?

Eu acredito que somos capazes, eu acredito que aqueles a quem dou formação são capazes, porque eu vou-lhes dar todas as ferramentas que estiverem ao meu alcance para que consigamos alcançar esse objectivo. Podem-me chamar louca, podem-me chamar utópica, mas, se eu não acreditar nas minhas capacidades e nas capacidades daqueles que recruto, que sentido faz tê-los numa Equipa?

Claro que quero realizar sonhos, os da minha Equipa, os meus, mas não tenhamos medo de chamar as coisas pelos nomes: os sonhos profissionais estão sempre interligados a sucesso financeiro. Ora, se eu quero uma equipa vencedora, capaz de faturar aquilo que cada um define como seu objectivo pessoal, tenho de os dotar de know how e a melhor forma é apostar em formação dedicada, exclusiva e de qualidade, muitas das vezes passando até pelo Desenvolvimento Pessoal (trabalhando a níveis mais pessoais e individuais).

Sou uma forte adepta do “commitment” o compromisso, do envolvimento entre as partes, da simbiose perfeita que resulta da amalgama de diferentes correntes de pensamento e experiências de vida, sou totalmente a favor do all in

Se queres excelência, dá excelência! Jamais pode, ou deve, uma empresa solicitar a qualquer um dos seus colaboradores aquilo que ela própria não está disposta a oferecer.

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