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One day at a time

Recentemente comecei a ver mais séries com actores latinos/a representar famílias latinas. Após ver Jane the Virgin, e anos depois de ver Ugly Betty e Switched at Birth, comecei a ver “One day at a time“. Fiquei imediatamente rendida aos fantásticos actores e à história. Com episódios curtos (20 minutos), consegui dar umas boas gargalhadas (e chorar um pouco).

A série estreou-se na Netflix em 2017, tendo sido renovada para novas temporadas em 2018 e 2019. Foi cancelada pela Netflix, MAS (graças aos deuses) a Pop tv (um canal televisivo americano) decidiu que queria renovar a série, tornando-se no primeiro programa que foi cancelado pela Netflix a ser levado para outro canal.

A série é baseada numa série de comédia com o mesmo nome, que existiu entre 1975 e 1984. A primeira série tinha uma família americana como protagonistas, enquanto a série de 2017 apresenta uma família hispânica.

Penelope Alvarez (Justina Machado) é veterana, mãe de dois adolescentes, Alex (Marcel Ruiz) e Elena Alvarez (Isabella Gomez). Com eles reside Lydia Riviera (Rita Moreno), a independente mãe de Penelope. Penelope trabalha num consultório médico, o consultório do doutor Leslie Berkowitz (Stephen Tobolowsky), uma das personagens principais na série. A juntar-se à festa, só falta o senhorio/faz-tudo, Schneider (Todd Grinnel), um jovem canadiano cujo rico pai lhe comprou um prédio inteiro.

No meio das gargalhadas e das piadas, a série trata momentos e temas difíceis, falando em LGBTQIA+, CPTDS, álcool, vício, depressão, feminismo, bullying e tantos outros. Tem actores principais fantásticos, contando também vários actores convidados incríveis para algumas aparições.

A série tem momentos fantásticos, momentos de risota e alguns momentos mais tristes. Foram vários os momentos em que a lágrima surgiu no canto do olho e outros em que simplesmente as lágrimas corriam pela cara.

Fiquei extremamente contente quando soube que a série tinha sido renovada, mesmo que não fosse na Netflix. Todas as personagens principais são fundamentais para a história – adoro o humor da série – às vezes seco, às vezes dark, outras vezes limpo.

Maria Capitão

Licenciada em Estudos Clássicos, passo o meu tempo livre a ler livros, ver séries e filmes e a ser voluntária numa associação de animais. Adoro jogar videojogos, jogos de cartas e de tabuleiros com amigos.

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