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Magic Mike – A Última Dança

Nem sei bem como começar esta review. Posso dizer que levei três dias, isso mesmo, três dias para conseguir ver o filme até ao fim. E lá pelo meio consegui responder a umas mensagens e dar atenção a quem me a pedia.

Ora bem, no primeiro dia, ou melhor, na primeira noite, ao fim de 15 minutos de filme eu já dormia.

No segundo dia, já consegui ver mais do que 15 minutos, mas foi tudo à base de pipocas, gomas e alguns aperitivos salgados.

Na terceira noite já vi os restantes 20 minutos que me faltavam.

Mas falemos do filme em si.

Ah! fica aqui o aviso habitual.

*Pode, e vai conter muitos spoilers*

Pois então! Se não me falha a memória este é o terceiro filme da saga Magic Mike, portanto podemos dizer que é uma trilogia de “gajos” a despirem-se, a esfregarem-se no chão, em cadeiras e mulheres/miúdas.

Em 2012 temos “Magic Mike”, 2015 o “Magic Mike – XXL” (não consegui saber onde está o XXL) e em 2023 somos surpreendidos pelo “Magic Mike – A Última Dança” (ainda bem que chegou ao fim).

Confesso que vi os dois primeiros filmes por mera curiosidade, sendo que tinha dito que não ia assistir a mais nenhum devido à alta qualidade cinematográfica das peças (contém ironia). Mas como me deram este desafio, eu aceitei.

Quando vi que tínhamos como atriz principal a ilustre Salma Hayek, como Maxandra Mendoza, pensei que podia ser um pouco melhor.

Mas…

Engane-se quem está à espera do elenco dos outros dois filmes. O único resistente é somente o Mike (Channing Tatum).

Então, após não ter sucesso na carreira e de ter ficado falido, Mike torna-se bartender em festas de alta sociedade. É numa dessas festas que Max o encontra e gosta da única frase que ele lhe diz “as pessoas só procuram aquilo que não podem ter”.

Mike faz uma sessão de “dança”, passa a noite com Max e é então que a milionária lhe faz o convite de o contratar por um mês para ir com ela para Londres.

Arrisco-me a dizer que este filme é um género de publicidade ao espetáculo “Magic Mike” que podemos assistir na cidade de Westminster, Londres.

Temos um filme narrado, por Zadie (Jemelia George), filha de Max, que sonha em ser escritora.

Não temos as atuações apresentadas pelo excêntrico Dallas (Matthew McConaughey), mas sim por Hannah (Juliette Motamed) que também não é muito bem dada ao tino.

Temos dança, homens (quase) nus, guerras entre marido (quase ex) e mulher. Temos um mordomo que não consegui entender muito bem qual o fundamento da sua existência e uma narrativa de uma (suposta) história de amor.

A classificação no “Rotten Tomatos” está nos 49% e temos as mais variadas opiniões de especialistas.

Eu não fiquei deslumbrada com a trama, mas, pela Salma Hayek vale a pena.

Nota: Este artigo foi escrito de acordo com o novo acordo ortográfico.

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