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Escolher um curso

Terminaste o secundário, queres continuar a estudar, mas não sabes que curso escolher? Damos-te algumas dicas.

Já muitos jovens estão em countdown para o primeiro exame nacional e à equação junta-se a ansiedade, receio ou angústia na escolha do curso certo. O resultado? Bom, o resultado depende de ti. Para te ajudar, damos-te algumas respostas.

A dúvida começa com as médias de entrada, os cursos com mais saídas profissionais, as vagas, mas pensamos também nos que, ao fim de um ano de curso, pedem transferência ou mudam de curso. Devemos dizer-te, antes de mais, que deves pensar com o coração e com a cabeça, usar os lados emocional e racional e deves também saber que esta fase da tua vida não é uma dor de cabeça. Se mais tarde achares que tomaste uma decisão errada, não voltas atrás no tempo, mas remedeias, porque, afinal, há sempre alternativas e só dependem de ti.

Medicina, Física, Estudos Clássicos, Engenharia Informática são os cursos que registam menor taxa de desemprego e todos estes abrem vagas todos os anos. Já Ciências Empresariais, formação de professores e Ciências da Educação e ainda Ciências Sociais e do Comportamento são os cursos que lideram a lista dos que têm maior taxa de desemprego. Porém, não desesperes, os dados podem mudar e o teu coração também tem direito a opinar. Se achas que a tua vocação é por aquele curso, então agarra-te ao que faz palpitar o teu coração.

Analisa a tua personalidade, gostos, vocação, habilidades e combina com toda a informação que encontrares sobre os cursos que achas que se identificam contigo. Depois disto? Considera as vantagens e desvantagens e percebe se compensam. Pensa: Queres ir para Medicina, mas não consegues ver sangue? Queres ser Veterinário, mas nunca tiveste nenhuma ligação com animais? Queres ser Jornalista, mas tens curiosidade pelo mundo?

Imagina como gostarias passar 8 horas do teu dia o resto da tua vida.

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Rita Nunes Ferreira

Licenciada em Comunicação Social e pós-graduada em Estudos Europeus nasci neste mundo onde tudo/quase tudo se traduz em formas de comunicar. Tenho uma paixão nata pela escrita e um soberbo gosto pelo jornalismo em áreas diversas - lifestyle, sociedade, direitos humanos, política, assuntos europeus. Tendo sido ou não talhada para esta azáfama constante não existe o que possa demover. Todos os dias se justifica acordar e escrever mais um "bocado".

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