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Investir no futuro

O acesso ao conhecimento para quem quer continuar a estudar, não deveria representar um peso financeiro acrescido que impossibilite de viver a aprendizagem como uma mais-valia. Sabemos que frequentar uma universidade, fazer um mestrado, pós-graduação ou doutoramento é um investimento financeiro muito grande para os estudantes e para as famílias.

Compensa? Claro que sim.

Existem riscos que temos de enfrentar para conseguirmos alcançar alguns sonhos. O segredo talvez seja uma boa gestão do dinheiro que é preciso para consegui-lo. É natural que tudo isto cause algum stress emocional, quando se mistura dinheiro com sonhos é isso que acontece. Fica sempre em suspense a dúvida: Será que vou ser capaz de pagar isto tudo? Será que é um bom investimento? Será que vou ter um bom aproveito face ao dinheiro que estou a gastar?

Os valores cobrados para propinas, livros e todo o investimento que é necessário para uma frequência universitária atualmente, é muito alto. Aliás, parecem-me exagerados até. Não podemos esquecer que é também um negócio e que o investimento de quem estuda ajuda as universidades a atribuírem bolsas e a investirem em novas áreas de conhecimento, no corpo docente e no intercâmbio de conhecimento com outras instituições.

Quando decidimos que queremos estudar, saber e aprender mais e descobrir mais temos de ser realistas. Existem contrapartidas que vamos colher quando concluirmos os nossos estudos. Mesmo que as portas do mundo do trabalho demorem a abrir, o crescimento é real e palpável enquanto pessoa.

Precisamos perceber se o peso do investimento financeiro irá compensar tudo o resto que pretendemos alcançar. O desejo, a vontade, a necessidade e os sonhos são o que alimenta a nossa vida. Podem sempre contrapor – “Sem dinheiro não há sonhos que resistam”. É verdade.

Só que o dinheiro existe mesmo para isto, melhorar a vida e abrir novas oportunidades. Se vivermos focados no stress e nas contas para pagar não vamos viver e vamos muito provavelmente deixar os sonhos se extinguirem por completo.

Só resta saber: De que lado nos vamos posicionar?

Photo by Scott Webb on Unsplash

Sofia Cortez

Sofia Cortez marketeer por acaso, escritora em desenvolvimento e artista por vocação. Não existe uma linha condutora para a criatividade, só a vontade de criar. Entre os seus trabalhos estão uma Exposição de Croquis de Moda realizada 97 no Espaço Ágora, curso de desenho na Sociedade de Belas Artes em Lisboa, a participação em feiras de artesanato com o projeto: Nomes em Papel para crianças, um livro editado em 2018 “Devemos voltar onde já fomos felizes”, várias participações em coletâneas de autores em poesia e conto, blogger no blog omeuserendipity.blogspot.pt, cronista, observadora, curiosa com o mundo e aprendiz de todos os temas que permitam o desenvolvimento humano.

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