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Caco.tanásia.

Caco.tanásia.

 

Espero-a. Caco aflitivo me sinto. Em dor, desespero e sufoco.
E eles que livres andam não me sentem, não cá estão, em mim. Aqui jazido em dor, jazido vivo, caco.
Caco, há ele ironias linguísticas.
Caco por ser Eu já uma parte. A parte que não quero de mim.
A beleza de existir é outra que não esta onde estou Eu.
Não a quero.
E eles livres alegam Deus, o destino, a saber-se mais o quê.
E se for meu Deus livre e meu destino já conversado com Ele?
Ao acaso pensam-se no direito de interferir entre mim e meu Deus livre?
Acordámos coisas, nós os dois. Consentimo-nos liberdade mútua.
Eu deixo-o ser Deus, ele deixa-me ser livre.
Tenho tempo tido, Eu, para estes contratos reflexivos e suplícios de ajuda.
Tenta de tudo um Homem.
Pudesse eu agarrar-lhes, aos livres, pelos colarinhos e trazê-los para cá. Para meu corpo, minha dor e meu estado de alma.
Os livres que a mim me querem preso. Há ele ironias contraditórias.
Eu não sou eles, eles não são Eu.
E que isto se saiba.
Uns cacos, outros Eutanásia.
Hoje, o dia clareou mais livre.
Que amanhã, clareie mais consciente.

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Gabriela Pacheco

Licenciada em Ciências da Educação e Formação. É Gestora de Desenvolvimento e Formação. Tem Certificado de Competências Pedagógicas, Certificação Internacional em Practitioner PNL – Programação Neurolinguística e curso de Graduação em Direcção Hoteleira. Escreve por inevitabilidade. Cultiva a paixão desmedida pela Arte, a Educação e a Formação naquilo que acredita ser a poção mágica para o desenvolvimento humano.

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