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A realidade da ficção

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Volodymyr Zelensky que personagem!

A história de um ator que viu a ficção transformar-se em realidade, uma cronologia que se transformou em acontecimento real,  uma autêntica prova de vida. Uma dura realidade que mudou para sempre a sua existência.

No entanto esta realidade é agora uma dura e cruel veracidade mundial, que não tem o charme nem o encanto da ficção, mas a malvadez de um louco que dirige um país e sonha mandar no mundo por via da criação de um império. Medo!

Meu Deus… que mal entregues estão os destinos deste mundo, quando nos permitimos ter autênticos alucinados a dirigir grandes potências. Contudo, voltemos a Zelensky e à ironia da sua vida que de repente o catapultou para os holofotes do mundo, e o tornou numa das pessoas mais conhecidas do universo. E transformou-o quase instantaneamente num super-herói, pelas piores razões, uma guerra horrível.

Vemos à frente dos nossos olhos, por via dos meios de comunicação, a destruição quase massiva de tantos edifícios e tanto património que orgulhosamente embelezavam o seu país. A morte a acontecer quase em direto.

São de dimensão indiscritível as maldades provocadas a este povo, que se viu assaltado dos seus bens e património, mas pior ainda, privados dos seus familiares e até em alguns casos, demasiados, a quem foi mesmo tirada a vida.

Admiro profundamente o sentido de patriotismo que todos têm, o amor à terra que é a sua, mas também a dos seus antepassados, o sentimento de pertença a um determinado lugar, aquele onde nascemos, onde nos sentimos pertença dos nossos, e onde a nossa vida se alicerça!

Assim também é o seu Presidente, um homem bravo e de coragem, mas acima de tudo um patriota, que ficou quando podia ter saído, e que desafia destemidamente quem mata o seu povo e destrói o seu país, mantendo-se presente no terreno, e fazendo-se mostrar para que saibam que continua em luta. Se é para morrer, que seja em defesa da pátria.

Zelensky tem sempre palavras de alento para o seu povo, mas de bravura e coragem para com aqueles que o atacam e dilaceram de morte o seu povo, procurando destruir a identidade de um povo e de um país.

Que esta guerra termine em breve, ainda assim, já terminará tarde, em face de todas as tragédias decorridas e porque afinal, nunca deveria ter acontecido!

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Ana Paula Marques
Assumo sem qualquer tipo de pudor o grande gosto imenso que tenho pela escrita, e pelo ato de escrever palavra após palavra... na construção de momentos de reflexão e procurando embelezar os nossos dias. Verter palavras transformando-as em textos, são momentos de criatividade que me fazem mais feliz, e que espero, possa transformar de algum modo a vida de quem lê o que escrevo com tanto amor!

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