Espelho, espelho meu, existe alguém que seja como eu?


Não. Igual já digo que não. E que bom!

Mas tu atrais o que emanas. O Universo não nega!

Já parou para pensar o quanto, por vezes, o mundo parece estar confuso? Por vezes até parece que todos nos irritam e errados estão.

Ou aquela pessoa que por algum motivo tu convivas – seja por obrigação ou não – esteja a esgotar, por vezes, o limite da sua paciência?

Ou, por vezes, até cogitou se o errado era você, em reclamar dos outros que te cercam? Isso tudo a vibração pode explicar. Se é que há uma explicação.

A energia do outro te afeta diretamente e vice-versa. Motivo, provavelmente, o qual, quando estamos com uma determinada pessoa ou grupo, nos sentimos muito bem, temos o prazer de conviver e é estimulante sempre encontrar.

Ou o oposto. Por outras, podemos nos sentir incomodados ou confusos, quando em convívio com pessoas que podem trazer essa sensação. E vice-versa. Podemos ser nós a também transmitir essa reação em alguém que esteja connosco e nem percebemos.

Nós somos um resumo dos que nos cercam. Provavelmente você já ouviu alguém a dizer que pessoas que passam muito tempo juntas tendem a ficar mais parecidas.

Essa ideia vai ao encontro da teoria do escritor americano Jim Rohn , que diz que nós somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos. Por isso, atenção. Observe e se observe.

Não somos – e nem devemos – ser cópias dos quem admiramos e queremos perto. Mas são como espelhos. Por vezes, nosso reflexo. Isso já começa no nosso nascimento, quando vemos os pais ou educandos como exemplos e buscamos os seguir, sejam bons ou não. Afinal, o fruto não cai longe do pé. Se ainda pequenos, somos como esses que vivemos e são eles que por vezes iremos imitar. Depois crescemos e nos aperfeiçoamos de certa forma, a lapidar o que queremos mudar e seguimos, fazendo então o nosso novo cerco de convívio.

O ser humano está em constante mudança – ou deveria estar. Não tem piada nos mantermos sempre iguais, sem acreditar que por vezes é importante mudar, seja linha de pensamento ou comportamento. Crescer, aprender, ouvir, aprender e evoluir. É um processo que deve ser levado em consideração e receber a importância que merece.

O que também pode virar prioridade no contato geral é o respeito. Pelo outro e por si próprio, principalmente. Se aquele número já não te serve, não devia insistir até se machucar. A mágoa não compensa. Seja no amor, na amizade ou na família. No trabalho, no lazer, no estudo. Ciclos se fecham e é importante se ouvir. Seguir. E ser.

Vida que segue! É para frente que se anda. Cada um no seu quadrado. Cada macaco no seu galho. Cada ovelha com sua parelha.

É muito ditado pronto, mas o recado é um só: “Para bom entendedor meia palavra basta”.

Ninguém é melhor ou pior por isso. É conexão – ou a falta dela. E tudo bem!

Só não esqueças: “Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”.

Nota: Esse texto foi escrito seguindo as regras de português do Brasil

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