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Peixe fora de água.

Estar vivo é o contrário de estar morto. Recorde-se esta tão célebre conclusão de Lili Caneças, socielite portuguesa, que na sua sabedoria – muita ou pouca – verbaliza uma grande verdade, grande demais para as idiotas perguntas que os jornalistas fazem aos idiotas ou aos que tem algo para dizer.

De facto, não parodiando, se definirmos o estar vivo pelo seu contrário aproveitaremos melhor para fazer, estar, pensar, ler e realizar muitas outras actividades de um modo mais comprometido e vivo!, em vez de apenas completarmos uma tarefa e passarmos os dias como os peixes fora de água…afogados com o ar que por mais puro que seja, não nos deixa viver.

Por estes dias faleceu Pancho Guedes, inigualável arquitecto que vos convido a conhecer, alguém que esteve vivo em toda a sua plenitude, diria eu. Podem ler mais sobre ele aqui. . Mais que um arquitecto, ele marcou definitivamente um território e adaptou um momento e movimento da arquitectura. Foi talvez um privilegiado,  como foram e são aqueles que o conheceram e nalgum momento com ele se cruzaram.

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Ricardo Jorge

Lisboa, 1978. Licenciado e mestre em Arquitectura pela Universidade de Lisboa, estudou também Design e Ensino das Artes. Paralelamente a estas áreas desenvolve trabalho em Ilustração e Desenho com exposições regulares em Portugal.

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