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CulturaMúsica

Jessie Ware

A edição de 2013 do então Optimus Alive trouxe-me a Jessie Ware. Foi também a estreia da cantora em Portugal e apresentação do seu  disco de estreia, Devotion no palco Clubbing do festival. Não conhecia a Jessie, não sabia o que iria ouvir ou até se iria gostar, a sensação de ver alguma coisa pela primeira vez guarda sempre esse momento de êxtase e incógnita, foi incrível!

Uma presença única em palco com energia, beleza, graciosidade, sedução e uma música de sonoridade única com belíssimas letras. No final do concerto, o coração estava acelerado e a minha alma a vibrar. O inesperado conduziu-me à Jessie Ware e, depois desse dia, nunca mais lhe perdi o rasto. O primeiro álbum “Devotion” poderia ter sido um ato único de inspiração, mas não. Em todos os álbuns, Jessie Ware consegue cativar-nos a atenção e dar-nos música de beleza única.

O meu critério pessoal para definir a qualidade musical de um artista tem a ver com a capacidade que os álbuns que editam têm, de cativar a minha atenção. Se conseguir ouvir o álbum do principio ao fim e perceber que não só o single de estreia é bom como todas a músicas que compõem o álbum, o meu reconhecimento está feito. Todos os álbuns têm músicas que marcam e ficam no ouvido e todos eles se ouvem facilmente do principio ao fim! Ainda só tem 4 álbuns editados: Devotion (2012); Tough Love (2014); Glasshouse (2017) e What’s Your Pleasure? (2020) e são todos fantásticos.

Escolher uma só música da Jessie Ware é difícil, optei pela música de estreia já que foi também ela que me fez cair de amores por esta cantora.

Depois do concerto no Alive deram-se uma série de desencontros com o público Português, um regresso prometido para o NOS Alive que acabou com o cancelamento por parte da artista, atrasos, incompatibilidade de agenda, imprevistos e uma gravidez foram atrasando o regresso da Jessie a terras Lusas. Até o reencontro no fantástico festival EDP Cooljazz com o enquadramento único do Parque Marechal Carmona em Cascais, foi uma noite mágica onde se apresentou uma Jessie mais madura, segura e ainda mais perfeita!

Em entrevista ao Ípsilon (o suplemento cultural do publico.pt) em junho deste ano afirmou: “Tenho canções para dançar enquanto tudo se desmorona!” assim sendo, fica minha recomendação para os dias que estamos a viver. Se tudo se está a desmoronar então liguem a música das Jessie Ware bem alta, vão ver que tudo passa!

Sofia Cortez

Sofia Cortez marketeer por acaso, escritora em desenvolvimento e artista por vocação. Não existe uma linha condutora para a criatividade, só a vontade de criar. Entre os seus trabalhos estão uma Exposição de Croquis de Moda realizada 97 no Espaço Ágora, curso de desenho na Sociedade de Belas Artes em Lisboa, a participação em feiras de artesanato com o projeto: Nomes em Papel para crianças, um livro editado em 2018 “Devemos voltar onde já fomos felizes”, várias participações em coletâneas de autores em poesia e conto, blogger no blog omeuserendipity.blogspot.pt, cronista, observadora, curiosa com o mundo e aprendiz de todos os temas que permitam o desenvolvimento humano.

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