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A derrota faz parte da vida!

É quando caímos e esfolamos os joelhos que vemos a diferença entre quem vive ao lado da vida sem lutar e os verdadeiros guerreiros de luz, aqueles que até na queda são fortes e de imediato arregaçam as mangas para abraçarem uma outra batalha que a vida lhes quiser entregar. Os guerreiros da luz são aqueles que não dão espaço às lágrimas para se multiplicarem.

Não ganhar não é o fim do mundo, é apenas mais um recomeço em que a vida nos convida para voltarmos à batalha, com a certeza de que estamos mais fortes do que nunca. Não nos podemos deixar intimidar por uma perda. Não podemos baixar os braços e temos que ver e entender que esse obstáculo afinal nos deixou mais uma lição que precisávamos de aprender.

O que a vida espera de nós nesse momento é que olhemos em frente e comecemos a procurar algo para voltar a lutar sempre com a certeza de que há mais vitórias à nossa espera.

A história da vida é contada pelas cicatrizes que vamos ganhando.

E a verdade é que nem todas elas são más. Há quedas que nos ensinam e lágrimas que nos lembram momentos de felicidade, só precisamos de entender e sentir a magia de cada um dos momentos que vivemos.

As cicatrizes podem ter um duplo significado. Podemos ter olheiras por não termos conseguido dormir, por termos gasto as horas da nossa noite a pensar no que já passou e não vai voltar. Teremos gasto esses momentos a alimentar uma revolta que não nos vai tirar a dor.  Mas, as olheiras também podem ser o reflexo de uma noite em vivemos momentos que ninguém apagará da nossa memória e de manhã, quando olharmos para o espelho, veremos o nosso sorriso de felicidade estampado no rosto de quem não quer saber das olheiras e apenas deseja continuar a ter muitas noites como aquela.

A vida tem o rosto de tudo o que vivemos.

É ela a arquitecta das nossas rugas e a dona do tempo que nos recorda tudo o que já vivemos e que também nos (re)lembra que foi nos momentos de luta que o nosso sorriso ganhou o brilho com que hoje damos cor aos nossos dias. Foi nas linhas curvas que por vezes tememos que escrevemos os melhores momentos da nossa história. Sem as rugas, que por vezes lamentamos, seríamos um rosto nu e sem sentido, da mesma forma que sem os joelhos esfolados pelas quedas dadas a nossa história não teria qualquer graça

Desistir perante uma derrota é para fracos e esses não sabem como se escreve uma história e também nunca farão parte dela. Os guerreiros de luz, esses sim fazem de cada derrota a mais bela das história que alguém um dia irá ler.

Angela Caboz

Olá sou a Ângela, nasci no Algarve (Tavira) em 1966 e desde cedo que me apaixonei pelo mundo das palavras. Sou técnica administrativa e aprendiz de escritora nas horas livres. Escrevo o que a Alma me dita e vivo o que coração me pede ... é assim que as palavras se soltam para colorir as páginas da vida!

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