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Será Que 2024 Vai Ser O Ano Do Fim Do Hiperconsumo?

Mob wife aesthetic, Stanley cup rosa-choque, lip balm Summer Fridays, escova volumosa, sugar cookie latte do Starbucks. Em 2023, esse tipo de “curadoria” de estética foi muitas vezes descrita por “quem sabe, sabe”,mas tem um nome mais antigo e menos catchy: hiperconsumo.

Desde que o TikTok virou febre e a pandemia começou, surgiram centenas, se não milhares, de micro-tendências. Abraçando todo tipo de produto: de roupas a acessórios de carro, e até garrafinhas de água. Isso nos trouxe até aqui, onde uma parte da comunidade online – pequena, mas existente – está acordando.

Tudo começou no verão de 2023, quando surgiu uma nova tendência: desinfluenciar. A ironia é clara.

Os influenciadores basicamente retrocediam no que falavam durante vídeos patrocinado e contavam para os seguidores o que realmente pensavam sobre um produto, se valia a pena comprar ou não. Claro, eles só faziam isso porque esse tipo de conteúdo estava na moda, mas começou a rolar uma desconfiança nos criadores de conteúdo.

Estamos a viver uma crise econômica. A explicação nem é necessária, todos já vimos os efeitos devastadores da inflação, da falta de moradia e do mercado de trabalho atual. O ponto é que temos menos dinheiro e estamos a consumir mais do que nunca.

Desde a breve onda de desinfluenciar, no entanto, alguns criadores começaram a apresentar alternativas as nossas habituais comprinhas na Shein todo mês.

Alguns temas populares incluem brechós, upcycling e grupos de “não compre nada”. Mas uma maneira específica de encarar a moda rápida se destaca: o guarda-roupa cápsula.

Um guarda-roupa cápsula consiste em 30 a 40 peças que podem ser combinadas de inúmeras formas. Ele valoriza a qualidade sobre a quantidade.

Ter um guarda-roupa cápsula significa investir em peças de alta qualidade que devem durar anos, se não a vida toda. Quem adere a essa prática não segue modinhas, quanto mais micro-tendências. Ter uma coleção pequena, mas versátil, exige comprometimento e confiança no estilo pessoal.

Quando o que está na moda ou não deixa de ser um fator decisivo nas nossas escolhas, fica cada vez mais difícil descobrir do que realmente gostamos ou não. Fazer a escolha consciente de comprar apenas peças que ressoam com o nosso estilo de vida e atendem aos nossos padrões de qualidade é um esforço muito maior do que pode parecer.

Embora ter apenas 30 peças de roupa possa ser uma mudança radical para a maioria, fazer compras conscientes é sempre um bom começo. 

Comece trocando os achados semanais no brechó por uma peça vintage mais cara, mas bem feita. Depois, pense como, em vez de cinco blusinhas da Zara, você poderia investir em uma camisa feita de forma sustentável que nunca sairá de moda.

Em 2024, esqueça o antigo “para fora com o que é velho, para dentro com o que é novo”. Em vez disso, faça o seu lema menos quantidade, mais qualidade.

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