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Reabilitar o Amor-Próprio e reconquistar a Autoestima

Este é um artigo destinado àqueles que se esqueceram de amar e nutrir a pessoa mais importante da sua vida: O EU.

Quando nos amamos e amamos o que fazemos, a autoconfiança aumenta, reagimos positivamente face ao que nos rodeia, somos mais proativos, produzimos mais serotonina, (hormona da felicidade), lidamos melhor com dificuldades e desafios que surjam.

Para se conquistar amor-próprio, não significa que os desejos são sempre realizados. A autoestima faz com que as pessoas atuem positivamente, saibam fazer o autoelogio, consigam incentivar-se e motivar-se a seguirem em frente e a não se autodestruírem e se autossabotarem.

O amor-próprio é o amor que nutro por mim mesma, a autoestima é a manutenção constante do que SOU e do que FAÇO.

Antes de iniciar o processo de reabilitação ou de implementação destes dois elos fundamentais do EU, é necessário questionar o que nos impede a existência ou presença deste amor incondicional.

As perguntas fulcrais são:

O que faz com que tenha tanta dificuldade em amar-me e aos outros não?

De que forma posso dispor de mais tempo para mim e não para os outros?

Até que ponto faço ou gosto de fazer coisas para mim e sozinho, sem medo de estar sozinho?

Quão importante é o cuidado com a minha mente e o meu corpo?

Dou importância aos problemas que surgem no meu corpo? E os emocionais?

Quando tenho um problema a quem recorro? Porque não recorro a mim mesmo para obter essa ajuda? O que é que me falta?

A resposta que encontrar para cada pergunta deverá ser o ponto de partida para uma viagem de autodescoberta, não se deve ter medo do que se vai descobrir. Mais vale encarar os receios, agora, e reiniciar sem dúvidas dos desafios que surgirão.

Outro problema que surge no âmbito do amor-próprio é que infelizmente não existem recursos emocionais ou não se sabe como ativá-los, e acaba-se por recorrer a outras pessoas, vícios ou atividades menos saudáveis para se evitar lidar com o problema em causa.

“O desafio é encontrar formas de se amar ou tirar prazer da sua própria companhia!”

É importante perceber, que não é egoísmo tirar tempo para si! Fazer uma pausa do resto ou dos outros é fundamental. Isto é autoestima: gostar de si mesmo e agir como tal.

Quem gosta de si mesmo faz tudo por si e depois pelos outros, porque aprendeu o que é amar. Quem se ama, também tem mais capacidades para amar os outros.

Sugiro então alguns passos para se recuperar este amor pelo EU:

– Encontrar ou descobrir quais as paixões pessoais: atividades lúdicas, lazer, físicas, artísticas ou criativas e até mesmo, espirituais.

Caso não se saiba identificar rapidamente do que se gosta, podemos começar por listar essas atividades, repescar alguma coisa que se tenha feito no passado por exemplo. Imaginar quais as coisas que ainda não foram feitas e estão pendentes. Para este exercício, convém ter um papel e uma caneta e rabiscar ou fazer um brainstorming.

– Enquadrar estas atividades na agenda semanal, calendarizar as paixões entre as tarefas diárias, por exemplo, intercalando semanalmente para não se tornar monótono ou repetitivo.

Atenção ao seguinte:

  • Verificar se há riscos ou algo contra a realização de algumas dessas atividades.
  • Hierarquizar por ordem de prioridades: tempo, dinheiro, preferência, facilidade, etc.
  • Conviver com pessoas com os mesmos ideais!
  • Controlar a saúde, fazer consultas e exames de rotina.
  • Higienizar a mente, focar em aspetos positivos e ter pensamentos clean!
  • Sorrir mais, estimula o humor, ajuda na redução do stress e a libertar hormonas da felicidade.
  • Ter uma boa alimentação e adequar o sono às necessidades diárias.
  • Amar-se pelo seu SER e pelo que alcançou até hoje, perdoar os seus erros, estes serviram para lhe ensinar!

Sejam felizes!

Sandra Pereira

Sou natural do Barreiro e vivi a minha infância e adolescência em Maputo. Regressei a Portugal com 18 anos, para se licenciar em Arquitectura. Comecei a escrever aos 13 anos e registei a minha primeira obra de poesia aos aos 19 anos. Para além de escrever sou Life Coach e Formadora de Gestão Emocional, com valência em PNL. Juntando estas duas valências, publiquei o primeiro "filho" escrito no âmbito de Coaching Emocional: "Contos Metafóricos", em 2018.

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