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Footloose (Remake 2011) – Review

“Loose, Footloose, kick off your sunday shoes, please, Louise, pull me offa my knees. Jack, get back, c’mon before we crack, lose your blues, everybody cut Footloose”

Quem nunca ouviu falar de Footloose? Aquele filme meio musical que arranca qualquer pessoa do sofá para tentar dar uns passos de dança country, que, sinceramente e por experiência própria, até é um pouco difícil de coordenar e de aprender. Ou serei eu uma perfeita pés de chumbo?!

A versão que vos trago hoje é o remake de 2011. Uma versão com problemas de juventude mais atuais.

Já sabes que o que vou escrever a seguir vai ter *MUITOS SPOILERS*

Na pacata cidade de Bomont, uma cidade na região sul dos EUA, num final de noite de festa, onde encontramos, muita música, animação e muito álcool, cinco jovens decidem ir embora da bendita festa. O problema está em que o condutor do carro distrai-se com a namorada enquanto conduz. Claro está que o inevitável acontece e têm um acidente. O jovem condutor acaba por falecer. Como o pobre coitado é o filho do reverendo da cidade, dias após a sua morte é decretada a proibição de música e dança em toda a cidade. Como se se conseguisse viver sem música?!

Curiosidade: No estado de Oklahoma (EUA), na cidade de Elmore City, nos anos 80 precisaram de autorização para fazer o baile, pois era ilegal. Conseguiram autorização e foi o primeiro baile a acontecer desde a formação da cidade, em 1861.

Também vários estados e várias cidades dos Estados Unidos existia uma lei que proibia a música e a dança.

A sua aceitação no Rotten Tomatoes foi de 69% tendo o site dito que a história do filme é “fresca para uma nova geração”.

Mas voltemos ao filme.

Após a morte de sua mãe, Ren McCormick (Kenny Wormald) muda-se para Bomont, e vai viver com os seus tios, Wes Warnicker (Ray McKinnon) e  Lulu Warnicker (Kim Dickens) e com as primas Sarah Warnicker (Mary-Charles Jones) e Amy Warnicker (Maggie Elizabeth Jones). Ao começar uma nova vida, Ren ingressa na nova escola, onde conhece a “querida” Ariel Moore (Julianne Hough), é a típica filha rebelde que se quer afirmar perante o pai e a comunidade e mostrar que é independente. Mas no fundo é somente uma menina mimada. O reverendo é Shaw Moore (Dennis Quaid), um homem sem paciência frustrado e que além de mandar da sua igreja, tem imenso poder sobre os habitante da cidade e de Vi Moore (Andie MacDowell) uma mulher racional, calma, digamos que é o oposto do marido.

A aventura do protagonista começa quando o tio lhe apresenta um carro “carocha” e lhe diz que se ele o quer tem que o reparar. Ao fim de umas horas já o carro anda, mas falta o essencial, uma coluna onde possa ligar o seu aparelho de mp3. Lá arranja um gramofone (um pouco exagerado, eu sei) e consegue ligação. Aproveita para ir experimentar a reparação e eis que passa pela polícia que o manda parar e lhe diz que o vai multar. E porquê? Nada mais, nada menos, do que por ir a ouvir música.

E é aí que começa a luta pela liberdade dos jovens. Quando Ren descobre o ponto fraco do reverendo, até é bastante fácil para ele convencer toda a comunidade de que a escola necessita de um baile de finalistas.

O filme tem os seus exageros e contradições. Há tanta proibição para danças, mas conseguem fazer batalhas de danças no estacionamento do snack-bar da cidade. De lembrar que Bomont é uma pacata e pequena cidade. O reverendo tem tantas regras familiares, mas a filha consegue namorar com o mauzão da cidade e chega a casa a altas horas da madrugada.

No todo, o filme não é mau, mas é como se diz:

“Oh não, mais um filme para adolescentes rebeldes e apaixonados”.

Fiquem com o trailer, pode ser que vos faça sair do sofá.

Nota: este artigo foi escrito seguindo as regras do Novo Acordo Ortográfico.

Ana Gonçalves

Nascida e criada em Castelo Branco, Portugal. Empregada Forense de Agente de Execução de profissão. Em 2010 nasce o meu maior tesouro, a minha razão de viver e o meu melhor amigo, o meu filho. O meu maior sonho é realizar todos os seu sonhos. Tenho um gosto enorme por viagens. Diversão e boa disposição não faltam. Nunca há mau humor por estes lados. Somente me iniciei na escrita aos 32 anos, apesar de ter o gosto pela leitura desde sempre. Os livros que me deixaram rendida à literatura foram "A Lua de Joana" de Maria Teresa Maia Gonzales, seguindo-se "Os Filhos da Droga" de Christiane F.

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