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The Last Kingdom – Review

Liguem a televisão e sintonizem a Netflix que está na hora de assistirem a esta série que é maravilhosa. Preparem um grande balde de pipocas, porque é de começar e só deixar de ver quando acaba. A má notícia é que a quinta temporada, que irá estrear no final deste ano ou no início do próximo, será a última.

Ah! Aqui fica o aviso do costume.

*CONTÉM SPOILERS*

The Last Kingdom é uma série baseada nos livros de Bernard Cornwell, Crónicas Saxónicas. Passa-se no ano de 872, quando a Inglaterra, dividida em reinos, estava sob o comando dos vikings.

A história começa quando o jovem nobre Uhtred perde os pais em um dos ataques dos vikings e acaba por ser levado e adotado por um senhor da guerra viking. Ficando a ser conhecido como Uhtred de Bebbanburg. É criado juntamente com as outras crianças vikings.

Posso dizer que é a primeira vez que uma personagem principal me faz ter uma relação de amor-ódio com ela.

Temos de tudo, desde traições, amores, amizades, pactos e sim, há sexo, muito sexo entre vikings e não vikings, (Oh o fogo a acender!).

Sabem quando se pensa que o rei vai matar toda a gente, mas depois há um herói que muda a vontade do rei? Pois é isto em todas as temporadas. Mas não é que seja algo de mau na série, pelo contrário é isso que torna a série tão interessante e cada vez há mais vontade de ver mais e mais. Posso-vos dizer que quando comecei a ver a série as quatro temporadas já estavam disponíveis na Netflix, sendo um total de 36 episódios, eu consumi tudo muito rapidamente. Basicamente foi como se diz “ah! É só mais um episódio!”, nunca é só mais um.

The Last Kingdom é uma daquelas séries que nos cola ao ecrã. Mesmo que não se esteja a gostar do desenrolar é só para ver se é desta que a Brida mata o Uthred (Alexander Dreymon). Brida (Emily Cox) é aquela rapariga que tem uma grande paixão por Uthred, mas que nunca se declara porque prefere a amizade a não ter nada. Mas, que dá umas belas tareias lá isso dá.

O Rei Alfred (David Dawson), o Grande, de Wessex, quer governar os reinados todos, sim, o típico rei egoísta. Faz pactos com amigos e inimigos e quando morre deixa um belo legado ao filho.

Já a rainha  Aelswith (Eliza Butterworth), sempre desconfiada e com os dois pés atrás. Muito calculistas e sempre que pode vira o reino contra Uthred.

Mas como em todas as séries há sempre uma figura cómica e que nos cativa desde o primeiro momento, claro que em The Last Kingdom não ia faltar. Falo-vos do Padre Beoca (Ian Hart). Oh que figura! É de todas as personagens que me custou ver o fim dele da maneira que foi. Não merecia.

Mas, não me vou alongar mais nos spoilers e espero que vejam e gostem da série tanto quanto ou mais que eu.

“O medo está dentro de todos nós, assim como a força.”

Nota: este artigo foi escrito seguindo as regras do Novo Acordo Ortográfico.

Ana Gonçalves

Nascida e criada em Castelo Branco, Portugal. Empregada Forense de Agente de Execução de profissão. Em 2010 nasce o meu maior tesouro, a minha razão de viver e o meu melhor amigo, o meu filho. O meu maior sonho é realizar todos os seu sonhos. Tenho um gosto enorme por viagens. Diversão e boa disposição não faltam. Nunca há mau humor por estes lados. Somente me iniciei na escrita aos 32 anos, apesar de ter o gosto pela leitura desde sempre. Os livros que me deixaram rendida à literatura foram "A Lua de Joana" de Maria Teresa Maia Gonzales, seguindo-se "Os Filhos da Droga" de Christiane F.

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