O verão vai em velocidade cruzeiro e as férias estão aí à porta. E, por que não acampar? Uma semana, ou apenas um fim-de-semana. Por que não partir à aventura?
Há quem considere esta prática imprescindível, quase um desporto, como se fosse a oportunidade de desligar do ritmo frémito do dia-a-dia, de desligar por completo do mundo moderno.
Equipamento escolhido. Pequenos pormenores decididos (comer fora, ou no campismo? Alugar ou não eletricidade? Ser um campista de mochila às costas ou levar tudo e até o micro-ondas?) A decisão-chave recai sobre o destino.
Há quem tenha sempre o mesmo parque como destino de férias de eleição. A fidelidade a um parque e a uma data permite que reencontre pessoas e que se construam amizades de um ano para o outro. Por outro lado, o campismo é livre, sem amarras, permitindo que todos os anos se escolha um destino diferente.
Litoral ou interior? O mar é um destino apetecível, mas durante os meses de verão, em especial em agosto, os parques perto da praia são conhecidos por ficarem repletos de campistas, chegando mesmo à lotação máxima, roubando natureza e tranquilidade: barulho humano durante a noite, equipamentos do parque sem conseguirem responder na totalidade aos utentes… Por outro lado, e se a opção for pelo interior, é sabido que as condições são muitas das vezes superiores aos parques do litoral, preços mais em conta, muito para visitar e… Sim! Praias fluviais e piscinas com fartura! Uma visita ao interior é também uma forma de contribuir para a atividade económica da região, provar boa comida e contribuir para a diminuição de incêndios (para que não sabe já não é permitido acender grelhadores perto das tentas e, quanto menos uma região estiver desertificada, menor é o número de incêndios). O único senão podem ser as temperaturas, que muitas das vezes não dão tréguas no interior, mas a verdura que se podem encontrar no norte do país pode compensar.
Seja qual for a escolha: desligue e desfrute.
Este artigo é escrito de acordo com o Novo Acordo Ortográfico.
