O tempo não pára! Num frenesim de pessoas, momentos e vivências, todos tentamos estar ao dia. O que ontem era avant garde, hoje já é retro. Quando falamos de Smartwatches, erradamente atribuímos o seu aparecimento aos dias de hoje. Corria o ano de 1927, quando, de certa forma, nascia o primeiro Smartwatch. O “PlusFour Wristlet Route Indicator”, ou, de uma forma mais descomplicada, um relógio indicador de destino, ao estilo do Global Positioning System (GPS), viria a ser o originador de uma explosão de gadgets de pulso. Desde então, foram poucas as iterações deixadas de parte. Desde relógio-calculadora, passando por relógios com televisão integrada, não deixando de parte o bizarro relógio com sistema operativo Linux embutido, os novos conceitos eram postos a prova num turbilhão de pura inovação. Contudo, se no século passado estes wearables eram algo que vinha e ia consoante modas, no século XXI vieram para ficar!
Porém, será que os smartwatches são gadgets apenas para os mais chegados à tecnologia e para entusiastas do desporto, ou também se podem destacar como um produto de moda? Ao procurarmos smartwatches nos vários pontos de venda, quer lojas online, quer em grandes cadeias da especialidade, podemos encontrar uma ampla gama com todo o tipo de escolha. Desde braceletes em pele até aço inoxidável, de todas as cores e feitios, somos expostos ao florescer de um novo mercado, que interliga a tecnologia e a moda de uma forma simbiótica e nunca antes vista.
Apenas o futuro ditará como será a evolução dos smartwatches e qual será a próxima iteração, mas uma coisa é certa. Eles vieram para ficar!
