Nem sempre, nem nunca… Gosto! Dá-me a sensação de liberdade, daquele equilíbrio yin-yang português.
Gosto daquela incerteza com um travo a curiosidade de que o que se segue não é igual ao que foi e ainda há a possibilidade de ser diferente de todos os outros anteriores.
Soa a antídoto de monotonia, a um abrir um leque de oportunidades. Afinal a vida não é uma ciência exata e ninguém tem a precisão da resposta exata para toda e qualquer ocasião, dado que conselhos e experiências apontam tendências, não certezas absolutas.
Transmite a sensação de liberdade de se poder optar pelo equilíbrio em todo e qualquer campo da vida. Quem pode afirmar o sempre e quem pode negar o nunca?
É como trazer no bolso uma caixa de ferramentas com a possibilidade de escolher a que de adequa a cada ocasião, uma vez que o sempre é em todo o caso e o nunca é em momento nenhum.
Nem sempre, nem nunca… Gosto! Acho que é o disfarce da vida de adulto que nos permite na vida brincar ao faz de conta, explorar as inúmeras possibilidades das nossas características.
Nem sempre, nem nunca
