Hoje não desenho sobre o tempo de ócio, mas do lugar. Para quem não “é” do mar, poder observá-lo e nele apenas estar é uma dádiva. Um privilégio. E é ao nascer ou ao por do sol quando ele parece querer dizer-nos que está vivo e pulsa. Assim se passou este fim de semana, junto à natureza, no seu estado mais puro e bruto. No mar.