Com os livros somos livres. Nunca é demais ler. Ler para aprender, ler para melhor, ler para mais conviver, ler para travar a ignorância e o desconhecer. Ou apenas ler, não tendo outra coisa a fazer!…
Nesta décima sexta crónica literária, revisitamos mais alguns títulos da SINAIS DE FOGO – Publicações Lda.
A Serenidade num minuto, de Martin Boroson
Eis um manual para pessoas apressadas e que se divide em oito partes. A saber: 1. formação básica (compreender o minuto, onde e quando, benefícios, desafios comuns, aquecimento e arrefecimento, prática e perfeição); 2. formação intermédia (minutos: portátil, de emergência, surpresa e extra); 3. o momento do tempo (perceção e natureza do tempo); 4. formação avançada (ciclo de um sopro, soltar-se das amarras, espaço de um momento e consciência momentânea); 5. encontrar o momento (o que é, antes do momento, momentos famosos, após o momento e o que não é o momento); 6. formação muito avançada (olhar em volta, movimentar-se e estar por perto); 7. o milagre do momento (pausa e recreação, momento de elite, eterna juventude, gestão avançada do tempo, gerir o momento, momentos: certo, derradeiro, de reviravolta e de apreciação); e 8. dominar o momento (o momento não momento e o mestre momentâneo). Livro com 197 pp.
A Arte de Adiar, de John Perry
Trata-se de um guia para aprender a procrastinar: adiar, enrolar e engonhar (ou, como fazer as coisas, adiando-as). Na introdução aborda o paradoxo da procrastinação. E nos seus dez capítulos apresenta os seguintes temas: procrastinação estruturada, procrastinação e perfeccionismo, listas de coisas-a-fazer, entre no ritmo, o computador e o procrastinador, em favor dos horizontalmente organizados, colaborar com o inimigo?, regalias complementares, os procrastinadores são necessariamente irritantes? e, no último, dez pensamentos profundos. A obra termina com um apêndice: como livrar-se do hábito – leia por sua própria conta e risco. Livro com 125 pp.
7 Chaves para Vencer o desânimo e a depressão e desfrutar da vida, de Claude-Marc Aubry
Esta é uma publicação que desenvolve questões que, infelizmente, aumentam cada vez mais nas pessoas. Questões tais como: depressão e desânimo, a felicidade sob prescrição médica, a vida afetiva, desânimo e dependência afetiva, o amor e a depressão, a cura e as 7 regras de base (para começar a vencer o desânimo e a depressão). Estes são os sete capítulos que estruturam a obra, concluindo com: da tristeza à serenidade. Para o conseguirmos, o autor convida-nos a refletir sobre as nossas verdadeiras necessidades, com a ajuda de grandes pensadores e filósofos, como Platão, Eurípedes, Epíteto, Kahlil Gibran, Espinosa ou Jean-Paul Sartre, entre muitos outros. Através de um trabalho de desenvolvimento pessoal ou de análise racional é possível curar a dor, a tristeza ou o medo e reencontrar a alegria de viver. Um método em sete passos, original e fácil de pôr em prática, que tem provado a sua eficácia. Porque esperamos para redescobrir a alegria e desfrutar da vida? Livro com 198 pp.
As 10 Melhores Técnicas para Vencer a Ansiedade, de Margaret Wehrenberg
Nesta obra, a autora distribui a sua apresentação em quatro partes. Na primeira, visa compreender o seu cérebro: como o seu cérebro o torna ansioso e gerir o seu cérebro com medicação. Quatro técnicas se demonstram na segunda parte, sobre gerir o corpo ansioso: 1, altere os seus hábitos de consumo; 2, respire; 3, pratique a atenção plena com reorientação da consciência; e 4, relaxe. Gerir a mente ansiosa é o propósito da terceira parte, que inclui também outras quatro técnicas. São elas: 5, deixe de dramatizar; 6, abandone os pensamentos ansiosos; 7, contenha a preocupação; e 8, convença-se a mudar de comportamento. A parte final ensina-nos a gerir o comportamento ansioso, através de mais duas técnicas: 9, controle a AE (Atividade Excessiva) e 10, implemente um plano e pratique. Esta publicação disponibiliza, ainda, leituras recomendadas e recursos, antes da bibliografia. Livro com 318 pp.
A Paz é o Caminho, de Deepak Chopra
O intuito desta obra é ajudar a acabar com a guerra e a violência. Daí os textos que apresenta: a guerra acaba hoje; o caminho da paz; o espectro deles; para lá do nacionalismo tóxico; o mito da segurança; criatividade diabólica; a política da alma; (ainda) zangadíssimo; por que Deus quer a guerra?; a metafísica do terror; o corpo em paz; a nossa grande esperança e o que podemos fazer. Este livro apaixonado e apaixonante foi inspirado numa citação de Mahatma Gandhi: «Não existe um caminho para a paz. A paz é o caminho.» Num mundo em que todos os caminhos para a paz se revelaram fúteis, a única estratégia que nunca foi tentada foi o próprio caminho da paz. «Não temos de acabar com uma guerra, nem com trinta,» diz Chopra, «mas sim com a própria ideia de guerra». Como pode isso ser feito? Contrariando a ideia de que a guerra traz satisfação e encontrando incentivos que façam a violência ser apelativa. «A guerra tornou-se um hábito. Recorremos a ela tal como um fumador compulsivo recorre aos cigarros, prometendo que vai deixar o tabaco, mas nunca o fazendo». Mas Chopra diz-nos que a paz tem a sua força própria, e a nossa tarefa agora é direcionar esse poder e aplicá-lo a uma pessoa de cada vez. Livro com 300 pp.
