De todas as coisas maravilhosas que o Brasil dá ao mundo, a música é sem dúvida um legado impar!
Eis que surge o Tiago Iorc. Dentro da singularidade de um nome, que também caracteriza os brasileiros e os torna pessoas do seu país, de um continente e do mundo inteiro, surge um músico ainda pouco conhecido entre nós, mas que já a criar raízes nas minhas listas do Spotify.
O seu álbum de estreia foi lançado em 2008 – “Let Yourself In” com dez músicas em inglês, chegou a atingir a sétima posição da Billboard japonesa, dando origem a cinco singles no total. O seu segundo álbum de estúdio, “Umbilical” (2011) também em inglês, foi descrito como profundo e introspetivo.
Só no terceiro álbum é que o Tiago Iorc começou a compor em português – “Zeski” (2013). Deste álbum surgiram três singles, sendo dois deles em parceria: “Música Inédita” com Maria Gadú e “Forasteiro” com a participação do cantor Silva.
Em 2015, lançou uma coletânea “Novelas” com todas as suas canções que integraram as bandas sonoras de telenovelas. No mesmo ano, Iorc lançou seu quarto álbum de estúdio: “Troco Likes” que teve como singles de maior êxito “Coisa Linda” (no link para ouvirem) e “Amei Te Ver”. O disco chegou a platina no Brasil e foi indicado para o prémio de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa nos Grammys Latinos.
Em 2016, colaborou com a cantora Sandy na canção “Me Espera” e gravou seu primeiro álbum ao vivo, intitulado: “Troco Likes ao Vivo” que também rendeu a indicação ao Grammy Latino. No ano 2019, lançou o seu quinto álbum de estúdio de nome: “Reconstrução” que chegou a ouro no Brasil e recebeu também duas nomeações para os Grammys Latinos, incluindo uma na categoria Canção do Ano.
O ano de 2023, tem sido muito positivo com um novo dueto com a Laura Pausini intitulado “Durar (uma vida com você)” e uma nova nomeação para o Grammy Latino. Por isso, é estarmos atentos, porque vai dar que falar.