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The Good Place

Uma loura mal-humorada, um senegalês ético, um filipino-americano limitado e uma herdeira inglesa perfeccionista morrem e são recebidos no “Lugar Bom” por um arquitecto.

Parece o início de uma anedota? É. Esta série do Netflix que vos trago hoje é mesmo uma anedota, mas daquelas boas.

No elenco temos participações como Kristen Bell (Eleonor, a loura mal-humorada), Maya Rudolph (Gen, a juíza dos tempos), Ted Danson (Michael, o Arquitecto), e Jason Mantzoukas (Derek) que já nos habituaram a um certo nível de comédia e talvez por isso fico sempre com altas expectativas, mas posso afirmar que esta série não me decepcionou.

São 4 temporadas divertidas e leves, onde há espaço para tudo e todos, já que cada personagem tem o seu lugar e brilha por si só. São contadas as histórias de cada uma com algumas emoções à mistura e claro, são criados laços amorosos e de amizade improváveis vezes sem conta, o que nos pode fazer reflectir não só em questões éticas – que já estão esquecidas por muitos – mas também no grande impacto que as nossas relações têm na nossa vida, transformando-nos (ou não) em “pessoas melhores”.

Para mim, a primeira temporada é a mais interessante, pois é onde se descobre cada personagem e a verdade que as cerca. A partir daí são traçados vários caminhos até chegar Lugar Realmente Bom (última temporada, claro), que afinal pode não ser assim tão bom. É uma série que pega e transforma alguns preconceitos, descola uns rótulos e que nos desafia na ideia “E se” houver vida depois da morte?

Talvez as possibilidades sejam infinitas, talvez o fim seja apenas o início de algo muito melhor, talvez nada seja como nos contaram, talvez possamos ir mais longe e tenhamos oportunidades de melhorar a nossa existência.

Curiosos?

Vejam. Divirtam-se, espaireçam as ideias e os pensamentos, para que não fiquemos sempre pesos ao Lugar Mau.

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