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Ter um patrão ou ser o seu próprio patrão?

Ao contrário do que se pensa, esta questão vai um pouco além de “ter ou não perfil de líder”. Reconhecemos como perfil de líder alguém que é capaz de guiar toda uma equipa e ter pulso firme na tomada de decisões. No entanto, para ser o seu próprio patrão, há uma característica fundamental, essa que realmente não pode falhar, trata-se de dinamismo.

É preciso dinamismo para fazer contactos, vendas do seu serviço. Quem não tem este dinamismo, tem com certeza alguém muito próximo que gere e promove o seu trabalho para que ele possa existir de uma forma sólida. Ou seja, de certa forma, aqui existe uma sociedade, mesmo que seja um casamento, há uma sociedade não escrita para que ambos tirem proveito dos seus pontos fortes. Chegamos assim um pouco ao fundo da questão que se constrói no “perfil de líder”. Sim, é sempre necessário aquele que executa e aquele que promove algo que possa ser executado. Quando a mesma pessoa consegue agir nestas duas áreas, esta sim, tem realmente o perfil de líder.   

Para algumas pessoas “ser o seu próprio patrão” concerne a ideia errada de mais tempo livre e de evitar qualquer tipo de aborrecimentos. Muitas vezes a pessoa que não tem um horário a cumprir numa empresa, acaba por trabalhar muito mais horas que alguém que trabalha das 8h às 17h. Isto porque o dinamismo necessário para fazer contatos, obriga a ter aquela dita postura de “não perder clientes”, estes que procuram serviços fora de horas. Porque é que é tão difícil rejeitar estas pessoas? Porque a pessoa dinâmica vê tudo como uma oportunidade, neste caso, um cliente é a sua carta de recomendação para outros clientes.

Atualmente, por conta da tecnologia e/ou inovação, ser o seu próprio patrão exige uma reciclagem de conhecimentos, de constante formação para que o seu trabalho possa ser ampliado em grande escala. Antes de uma pessoa pensar em ser o seu próprio patrão, precisa refletir sobre todas as áreas que necessita agir para que o seu trabalho possa acontecer de forma constante e fluída. Por norma, para algumas pessoas, trazer trabalho para casa é um pesadelo, é “nunca desligar a ficha” e obviamente se sente extremamente incomodada com isto, ser o seu próprio patrão não é a escolha que mais a irá realizar, mesmo que isso resulte em mais dinheiro ao fim do mês. A realização profissional depende de vários fatores, mas na maioria das vezes, a pessoa que faz um trabalho que não gosta, está relacionada a uma má gestão e a uma equipa não funcional ou desorganizada. Uma troca de empresa é muitas vezes o suficiente para se sentir bem e realizado. Para saber entender esta questão é necessário parar de criticar gratuitamente e entender a partir do autoconhecimento que tipo de coisas sabemos fazer, aquilo que poderíamos ou não alcançar e se conseguimos gerir todos os passos que fazem pesar na balança as coisas que estamos ou não dispostos a abrir mão para chegar lá.

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