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“Pet Sematary”

Samitério de Animais” é a adaptação de 2019 do livro de Stephen King, do mesmo nome. O livro tinha já sido adaptado em 1989, com o título (em Português) de Cemitério Vivo, com uma sequela em 1992, intitulada Cemitério Vivo II“.

O filme centra-se à volta de uma família que se muda para uma cas a com um enorme terreno, casa essa que é junto a uma estrada muito movimentada, perto da casa de Jud (John Lithgow) que terá um importante papel.

A família é constituída pelos pais, Louis (Jason Clarke) e Rachel Creed (Amy Seimetz), e por dois filhos, Ellie (Jeté Laurence) e Gage (interpretado por Hugo e Lucas Lavoie). É uma família típica: Louis trabalha na enfermaria de um campus universitário e Rachel toma conta dos dois filhos.

A história centra-se no “samitério de animais”, localizado nas traseiras da casa dos Creed. Gerações e gerações de crianças enterraram os seus animais naquele cemitério, mas há uma curiosa barreira perto deste cemitério; uma barreira atrás da qual há um carreiro que leva a outro cemitério, mais antigo e com o poder de trazer de volta tudo o que lá seja enterrado.

O meu interesse por este filme surgiu com a leitura do livro. Já tinha lido alguns livros deste prolífero autor, mas este é o meu preferido, e aquele que me criou mais questões e possíveis dilemas. Anteriomente, fiz uma review do livro explicando toda a minha adoração e o entusiasmo.

Decidi ver o filme, apesar de estar um pouco apreensiva. Adaptações de livros são sempre complicadas, em especial porque sou daquelas fãs que não se importaria de ver uma adaptação de cinco horas, desde que estivesse tudo perfeito. Não é necessário ser uma cópia fiel, mas não é necessário inventar promenores ou eliminar detalhes importantes (estou a olhar para vocês, saga Harry Potter).

Jud e Louis

Não creio que precisasse de ter medo, no entanto. No meio de meia dúzia de alterações mínimas, que não afectam propriamente a história, mas simplesmente retiram detalhe, há duas mudança significativas relativas às personagens. A primeira relaciona-se com uma troca de papéis entre duas personagens enquanto a segunda relaciona-se com o fim do filme. Não odiei estas mudanças, o que é algo raro tendo em conta as adaptações. Uma das mudanças é explicada pelos directores dos filmes (contém spoilers) enquanto a outra é de fácil compreensão. Um filme não pretende ser uma cópia fiel de um livro e, uma vez que já existia outra adaptação, é compreensível que este deva ser uma novidade, uma inovação e não igual à última adaptação.

O filme está recheado de jumpscares, momentos em que há um aumento de tensão e uma mudança do ambiente e da música que nos leva a crer que irá haver um momento de susto, que acontece invariavelmente. Sou assustadiça mas, uma vez que já conhecia o livro de trás para a frente, não saltei muitas vezes. A excepção é o fim do filme, algo do qual não estava nada à espera.

É um daqueles filmes que gostaria de rever, mas será complicado. Não sou fã de ver filmes sozinha e o meu namorado recusou-se categoricamente a ver novamente o filme. Aliás, só o viu uma vez por causa deste artigo – agora tenho a desculpa perfeita para o obrigar a ver comédias românticas!

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