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Bem-EstarLifestyle

O que queres para ti e para a tua vida?

Conformismo ou acção? Tu escolhes

Temos dias em que acordamos sem ter vontade de sair da cama, em que trabalhamos sem gostar do que fazemos e sorrimos sem vontade. Fingimos uma vida que não temos, uma alegria que não nos cabe e continuamos a empurrar com a barriga.  Como viver sem nos conformarmos com o que temos? Como conseguir lutar pelo que queremos alcançar?

O que queres para ti e para tua vida? Alguma vez te colocaste esta pergunta?

Vivemos presos ao passado, num presente digital e de falsa felicidade, e com o futuro, ou nos conformamos com a história que já escrevemos nas nossas cabeças, ou então sonhamos com um futuro utópico pois nada fazemos de facto no agora para o alcançar mais adiante.

Se neste momento a indolência comanda a tua vida – este é o momento para ter perguntares: Quero dar a volta?

Ora vamos lá, encontra nas tuas milhentas fotografias que existem aí por casa aquela foto em que te sentias no teu melhor – aquela foto em que não aceitavas merdas de ninguém; em que te divertias e rias, em que te preparavas de manhã e quando te olhavas no espelho tinhas orgulho em ti, em que te sentias capaz de enfrentar a vida pelos cornos, e ainda dizer: Anda, anda que eu agarro-te!

Este momento não tem a ver com peso, idade ou estado civil, tem apenas a ver com aquele sentimento interior de sucesso e superação pessoal, de não conformismo, de luz interior (como lhe chamo), e todos a temos, acredita!

Ao longo da vida parece que vamos deixando essa luz ser apagada por tudo o que nos rodeia, vamo-nos acomodando a situações e a vivências em que quase nos anulamos, para poder viver «em paz», mas é uma paz corrosiva, uma paz que nos come por dentro, temos de uma vez por todas aprender a dizer não a tudo o que nos faz mal, o que nos anula, o que nos faz ser uma pessoa que nunca fomos – e todos pensamos que isso é apenas o “normal processo de envelhecimento” – mas não é! É meramente uma forma de comodismo, de conformidade.

Senta-te em frente a essa foto e lembra-te como eras, escreve como te sentias: por exemplo: Poderoso? Capaz? Único? Etc. e numa outra coluna escreve: como te sente hoje: por exemplo: Triste? Acomodado? Inferior? Etc…

Escreve ainda o que não gostas na tua vida, exemplo: não gosto do meu trabalho? Não gosto de, ainda, viver em casa dos meus pais? Etc.

O que fazes para mudar a tua vida? Se navegas horas a fim nas redes sociais o que vai acontecer? Vais frustrar-te ainda mais porque a tua mente vai acreditar na falsa felicidade que é projectada neste mundo digital, e tu vais sentir-te cada vez mais triste e incapaz, pois sentes que a vida dos outros é cor-de-rosa e plena de amor e amizade e dinheiro, e a tua é… triste! É verdade, acredita em mim, por isso apenas te peço que mudes, desliga, arrisca sair ao mundo real – podes sair surpreendido.

Acima de tudo tens de QUERER – queres mudar de emprego (por exemplo) – então… e o que tens feito para alcançares este teu objectivo?

Lembra-te de que ter um objectivo é teres algo em que te focar, agora divide-o em tarefas, como o podes alcançar? Podes numa semana enviar 5 CV’s por dia, e telefonar para 5 empresas – agendar pelo menos 3 entrevistas em 15 dias, numa empresa de (escolhe a área) localizada em (escolhe a localidade), podes no prazo de 1 mês ir a um evento/conferência onde podes realizar networking (escolhe área em que queres trabalhar) – assegura-te que os teus objectivos são “fazíveis” e estabelece sempre um timing – não sabotes o processo, o único prejudicado és tu!

Mas, qual é o principal factor que mais nos prende ao “habitual”, mais nos faz recear a mudança; ou seja aquele que nos tem como refém grande parte da vida? O Medo, queridos leitores, o medo de não ser aceite, o medo do ridículo, o medo da crítica, o medo de falhar, o medo de não ser o que se espera de nós. Mas, tu podes controlar o teu medo!

Porque sou uma acérrima leitora e consumidora dos produtos do Tony Robbins, ele próprio nos ensina a utilizar o medo a nosso favor, e o que diz ele?

  1. Determine a fonte de sua ansiedade
  2. Reconheça que a vida acontece para si
  3. Pare com as desculpas
  4. Transforme os seus “Deveres” em “Obrigações”
  5. Aprenda que a dor traz uma visão valiosa
  6. Pratique o autocuidado
  7. Saiba que o fracasso é inevitável

Podes aceder e descobrir pormenorizadamente cada um destes pontos aqui.

Cada um de nós tem o seu timing e muitos nem nunca vão querer mudar – mas a isso se chama respeito pelo próximo – mas a grande questão, ou seja, a montante do trajecto está a TUA DECISÃO e resposta a esta pergunta: O que queres para ti e para a tua vida?

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