O desamor… e o Amor!

A minha reflexão de hoje é sobre a falta de Amor ou presença dele. Quando precisamos de Amor, como qualquer outra necessidade (dormir, comer, beber água por exemplo), temos carinho, colo e presença? Com que frequência nos sentimos queridos no meio familiar, e nas relações interpessoais?

O que acontece, quando precisas de alguém, de ouvir simplesmente uma voz amiga, ou de estares apenas no silêncio da presença?

Temos tantas vezes vergonha e pavor de o admitir no nosso meio, mesmo que seja em voz alta ou até em pensamento. Não é nenhum disparate nem dizer, nem sentir que temos falta de Amor no casamento, com os filhos, com os nossos pais, ou com amigos. Ou até e tão importante falta de amor-próprio.

Quantas vezes te olhas ao espelho, para dentro de ti e para o teu corpo, e te amas por inteiro? Quantos minutos despendes por semana? Por dia? Não, não é narcisismo, nem olhar para o próprio umbigo: é cuidarmos de nós mesmos, beneficiarmos do nosso bem-estar, de nos aceitarmos à séria.

Outra questão: Quanto de ti despendes com a tua relação amorosa? Tem de haver sempre sofrimento? Nada disso, acredita. Quanta reciprocidade sentes nas relações que te rodeiam? E quanto de ti dás aos que te rodeiam?

Quanto, para ti, vale o Amor? E de certeza que vives o Amor, ou sobrevives na vida também com a falta de Amor?

E sabes que o corpo, também esse meio e veículo, através do Sistema Somático no corpo humano, ao termos falta de Amor e ao reprimirmos emoções, vai originar doenças e maleitas?

Até quando vais adiar a falta de Amor?

E a incapacidade de dar Amor?

Quando estiveres em sobressalto contigo ou ansioso, sem saberes porquê, fala contigo e diz-te “está tudo bem, eu acredito em ti e gosto muito de ti”. Ou amo-te! Porque não dizeres isso a ti mesmo?

O maior Amor está dentro de ti, a procura e resposta está em ti. E vai refletir-se à tua volta quando abrires o coração ao teu Amor e para os outros.

Vive mais o Amor, sem medos!

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