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O Céu da Meia-noite

Uma ficção apocalíptica

Um filme de poucas palavras, mas com tensão e apreensão do início ao fim, porque ficamos aguardando alguma coisa acontecer.

Não sou muito fã desses filmes que se passam no espaço e tem catástrofe, sabe? Tudo muito imaginado, fora da realidade, só nos deixa mais pirados e apreensivos com o apocalipse. E nunca me fascinei com essa coisa “do que existe além”, ver o planeta de cima. Sinto-me tão pequena e quase desprezível.

No entanto, este filme, em particular, falta uma boa história, que explique com mais afinco e prenda a atenção do espectador.

*** RESUMO ***

Uma catástrofe global.

Um grupo de astronautas retorna da missão de verificar um planeta que possa ser habitável, sem saber o que aconteceu à Terra.
Um cientista solitário (George Clooney) no ártico é surpreendido com a presença de uma criança deixada pra trás, e vai numa missão tentar contato com os astronautas na tentativa de impedir que eles retornem ao nosso planeta.
Será a visão de um futuro próximo?
Vou ser sincera com vocês. Acelerei o filme muitas vezes e ele não saía dos 45 minutos (!!!).
Definitivamente, todo mundo precisa pagar contas, até o George Clooney, que atua e dirige este longa sofrível.
Trata-se de uma ficção científica apocalíptica, que tenta nos sensibilizar com o mínimo de drama familiar que ronda seus personagens. Mas não convence. E eu não indico.
Mas deixo aqui meus aplausos para o investimento com a técnica e os efeitos visuais. Muito bem feito, com muito realismo nas imagens. Mas é só.
O filme está disponível na Netflix.
Nota: Este texto foi escrito seguindo as normas de português do Brasil.

O Céu da Meia-Noite

Argumento - 0%
Interpretação - 35%
Fotografia - 50%
Produção - 100%

46%

Pontuação Final

Uma ficção apocalíptica de uma catástrofe global.

Maria Carolina Mello

Acho sempre difícil falar sobre mim porque a descrição vem sempre como um "rótulo": sou filha, mãe, esposa, jornalista, produtora audiovisual, assessora de imprensa. Mas o meu eu verdadeiro, aquele cheio de inspirações, e que me permite sonhar e almejar vai muito além dos rótulos. Sou mulher, uma força cheia de expressões e com intensidade nos sentimentos e ações. Acho que o "eu" e a minha descrição, na verdade, só são possíveis de se conhecer quando convivemos, quando expomos nossas cicatrizes e a nossa história. Então, deixo aqui o meu rótulo, e um pouco do que sou nos textos, porque a escrita tem essa vantagem, ela sempre revela um pouco sobre nós.

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