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De perna esticada

Poder estar de perna esticada sem que nada nos apele a uma resolução é daqueles momentos impagáveis. Significa que vamos descontrair num momento apenas nosso e que já somos adultos para pôr os pés onde bem nos apetecer, sem que venha a mãe, ou a avó dizer: “tira as pernas da mesa!” As pernas já são “nossas” e a mesa do Ikea também – e, se riscar, como não dura tanto, é comprar outra.

Ora, esses momentos preciosos tendem a ser interrompidos por telefonemas publicitários desinteressantes, ou conversas de estúpidos que desafortunadamente estão na nossa envolvente auditiva. Será por serem estúpidos, ou por apenas se denunciarem os vociferantes, mas penso sempre que os estúpidos tendem a falar alto demais. Contudo, na realidade logo se comprova que assim não é e que há muitos, muitos mais.

O estudo da estupidez humana deveria ser no século XXI uma urgência neste país. Pelo menos dados para a amostra há com fartura. É necessário perceber porque é que há pessoas que se riem, quando se referem às dezenas de muçulmanos que são esborrachados em Meca por uma qualquer derrocada, pois o contexto da conversa não era apenas racista. O racismo é em si um comportamento que penetra largamente na esfera da estupidez, mas não é um sinónimo total. Há nos estúpidos uma complexidade de raciocínio e de modos que, sendo diversos, ilógicos e casuísticos, são totalmente imprevisíveis e conseguem desarmar qualquer um.

Para tentar evitar os nossos comportamentos estúpidos e minorar os efeitos das acções dos outros, saibam mais aquiaqui, aqui.30_9

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