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Amor próprio e prioritário!

Muitas vezes, sentimo-nos assoberbados com todas as responsabilidades que temos, todas as tarefas que temos de realizar, todas as pessoas que dependem de nós. Sentimos, talvez, como o “peso do mundo nas nossas costas” …

E a pergunta que nos faz refletir é: Como podemos tornar o nosso mundo mais pequeno? Talvez pecamos no excesso de zelo, na necessidade de agradar ou simplesmente em atender as necessidades dos outros. E as nossas? Onde ficam?

Já sabemos que obrigações todos temos. Seja cuidar de um familiar, seja com tarefas que assumimos além da nossa tolerância, atividades diárias exaustivas, com stresses mentais…. Seja lá o que for, ela está lá: A tal da sobrecarga. E com ela vem junto todos os malefícios quanto algo ocorre em excesso!

Estamos dispostos (quase sempre) a cuidar do outro. E quem cuida da gente? É aí que entra a frase “cada um cuida de si”? Remando contra um mundo egoísta, acredito que seguimos tentando fazer a nossa parte, evoluindo e buscando sermos pessoas melhores, mas (sempre há um mas) onde fica a nosso autocuidado?

Existem momentos mais intensos, que acabamos focando, seja por que motivo for, no outro e acabamos por deixar de nos priorizar. Tem momentos podemos sentir necessidade de investirmos mais tempo no autocuidado e noutros, menos. Às vezes, uns minutos por dia para focar em nós já bastam, outras, podemos precisar de tirar um dia ou mais, para “recarregar baterias” (e a energia) para nos sentirmos bem e continuar a fazer bem. De qualquer a forma for, reservar tempo para nós é algo que precisamos fazer diariamente e que se torne um hábito, para a mente!

Engana-se quem ainda tem a sensação da culpa de quando investirmos tempo em cuidarmos de nós, não é sermos egoístas. Pelo contrário, é essencial para nos sentirmos melhor e até para sermos mais capazes de cuidar e ajudar os outros. E se nos mantivermos preocupados ou stressados, o tempo para nos cuidarmos em todos os sentidos não podem nem deve ser sacrificado.

O autocuidado pode ajudar-nos a gerir melhor fases de mais desafios. Cada um descobre qual melhor maneira de fazer o seu mundo ficar mais pequenino e restringir os problemas externos e nem, necessariamente, para isso, é preciso se isolar. Você sozinho não precisa estar! A escolha é sua. A regra principal que deveria prevalecer é manter momentos só os seus, onde tu sejas o foco, pois para cuidar de alguém, administrar o que for, é importante zelar por ti também, tanto mentalmente quanto fisicamente.

Uma mão não larga a outra! Dessa maneira a qualidade de convívio com o outro e com as rotinas e obrigações necessárias se tornam mais suaves e leves. Fácil é negligenciar a si mesmo e deixar que as demandas alheias liderem, mas (há sempre um mas, lembra?) o prejuízo será todo o seu caso. O líder é você. VOCÊ!

Alcançar metas profissionais, por exemplo, é gratificante e saber a hora de desacelerar e puxar o travão é ainda mais importante. Pratique a autoproteção, o amor-próprio e se colocar como prioridade. Para ajudar seja quem for, é preciso estarmos em 1.º lugar de nós mesmos. Não é egoísmo. É inteligência emocional e isso não tem preço.

Experimente o desafio. Comprometa-se!

Nota: Esse texto foi escrito seguindo as regras do Português do Brasil

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