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Aladdin

Estava completamente ansiosa para ver este filme. Não só porque foi um filme que marcou o início da minha adolescência, mas também porque a princesa Jasmin foi a primeira princesa favorita da minha filha. E lá fomos ambas ao cinema, numa tarde de raparigas.

*CUIDADO COM OS SPOILLERS*

O filme foi muito parecido com original, com algumas excepções que, na minha opinião, melhoraram bastante. Paralelamente, como já sabia quem faria o papel de génio, fiquei surpreendida com o início.

No entanto, o primeiro grande impacto positivo, foi a princesa. Aliás, na minha opinião, o filme devia chamar-se “Jasmin”, já que, nesta versão, ela é o melhor de tudo. É uma princesa com uma personalidade de rainha – neste caso, de sultana – forte, determinada e que sabe o que quer e que não está à espera que a alguém a salve. Talvez tenha sido essa a ideia, pois a actriz Naomi Scott brilha em cada presença. O ponto alto desta personagem acontece quando canta “Speechless” (nova música), em que ganha, finalmente, o “empowerment” que toda a mulher deve encontrar.

Ao contrário, Aladdin, interpretado por Mena Massoud, é fraco. Ficamos com muita pena, já que era uma personagem que tinha muito espaço para brilhar. Infelizmente, o Aladdin de natural tinha pouco. Com ele, parecia tudo ensaiado, decorado e esforçado.

No mesmo sentido, outra personagem fraca foi Jafar. Já conheço Marwan Kenzari de outros filmes, mas achei que, desta vez, não se adequou ao papel. Talvez, porque esperava um Jafar mais parecido ao da animação. Este estava muito bloqueado, muito mais novo e menos distorcido e maquiavélico.

Uma surpresa positiva foi, sem dúvida, o Génio. Nas críticas, temia-se que Will Smith não conseguisse chegar aos pés de Robin Williams, mas achei que o Génio superou este desafio. Foi simplesmente igual a si próprio e provou, na minha opinião, que se pode ser diferente, interpretando a mesma personagem.

É de destacar ainda o Sultão, em que diferença do filme original funcionou muito bem. E somou pontos, quando, lá mais para o fim, se deu de conta que Jasmin, era boa o suficiente para desempenhar o papel de Sultana de Agraba.

Relativamente às restantes personagens, (já existentes e às novas, incluindo Abu, o tapete e o lindo tigre da Jasmin, Rajá) na minha opinião, foram muito bem conseguidas.

Por fim, só fiquei com pena do filme ser tão musical. Eu sei que os filmes da Disney são assim, mas gostava de um filme menos cantado.

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