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A luta para educarmos alguém, para criarmos uma vida não é fácil

Tornarmo-nos pessoas é um talento e temos muito a ganhar pela partilha, por criarmos mais nós em vez de eus. Ou aprendermos a criar cumplicidades aqui e ali alimenta uma sociedade melhor. Toda a gente tem responsabilidades em melhorar os outros.

Há quem o faça de forma sublime. Quem o faça de forma mais introvertida. E quem não o faça. Não é obrigatório, mas é ‘quase’ um dever social de viver e aprender a conviver uns com os outros. Há normas e gestos individuais, de grupo, de classe, de espaço. Todos temos ideia de que mudamos consoante onde estamos e quem somos.

Há quem mude mais e/ou menos. Quem seja sempre igual. Parecido, diferente e/ou outra pessoa. Há de tudo. De hora a hora, diariamente, semanalmente, mensalmente, anualmente. Há quem varie por estações do ano – 4 vezes por ano. Quem tenha 4 fases numa vida – recém-nascido, adolescente, adulto e velhote – há de tudo!

Por isso, o quadro da vida é tão interessante.

Todos nascemos e crescemos de forma diferente, tentando normalizar, e vamos mudando a cada dia, aproximando entidades. É como um jogo onde todos ganhamos. Ser pessoa não é óbvio, fácil, ser um Eu dá muito trabalho: pessoa com P grande, Pessoa a sério. Seres um bom Tu dá trabalho, mas pode melhorar, se tiveres a capacidade de te desprenderes de ti e do teu umbigo, para olhares à tua volta e para o outro.

Devemos aprender a conviver sempre da melhor forma com o outro que também terá os seus problemas e dilemas. Deves lidar com eles, como queres que lidem contigo.

Crescer implica aprender regras a que escolhes obedecer e/ou não. Tornarmo-nos maduros é natural, não precisas de fazer uma formação especial para isso ou não, porque há gente que nunca se torna maduro, é imaturo por natureza. Não é defeito, é feitio.

Se queremos ser melhores no Eu, temos de aprender a ser melhores a ser melhor em todo o lado, em grupo, há (muita) gente/pessoas que tem multipersonalidade: não que sejam outras pessoas na casa, na escola, na faculdade, no trabalho, no ginásio, no social, mas comportamo-nos com outros contornos, somos moldáveis.

A questão leva para a dualidade entre egoísmo e altruísmo, porque não somos estanques: sempre egoístas ou sempre altruístas, há quem mude imenso, quem viva meio ano como egoísta e os restantes 6 meses são capazes de ser o peito mais aberto aos abraços que consigam como altruístas.

Faz parte do viver melhor individualmente, esforçarmo-nos por ser melhores socialmente, melhorar enquanto todo, ser mais unidos.

E importa sermos mais conscientes enquanto membro, parte de um grupo.

Implica que todos possamos ser responsabilizados por falta de solidariedade social, o mundo virado para ecrãs, pode ser atacado por muito individual ou também para onde mais facilmente estão os grupos, a sociedade.

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