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Vida repleta? Só de felicidade!

Nascemos. A fase seguinte é crescer. E quando crescemos todos temos um objectivo em comum: ser feliz. Para sermos felizes precisamos de sentir que temos uma vida repleta. Do que quer que seja, é verdade, mas repleta. Mas o que significa isso de “ter uma vida repleta”? E de que forma essa definição influencia a nossa felicidade?

O significado de “vida repleta”, como tantas outras coisas na vida, muda de pessoa para pessoa e de época para época. Se de época para época os cânones, os comportamentos e as mentalidades vão mudando, a forma como encaramos a vida e a felicidade também. Uns consideram que ter uma vida repleta é ter trabalho, família, casa e um carro. Outros acham que uma vida repleta é sinónimo de viajar sem um destino específico e levar a vida de forma livre e despreocupada. Como tal, a forma como encaramos a vida muda de indivíduo para indivíduo. Cada um de nós busca a felicidade em sítios diferentes. Cada indivíduo tem um conceito de felicidade distinto. A verdade é que para uns, a felicidade está num simples ato de amor, no abraço daqueles que mais ama e em coisas tão simples como o pôr do sol. Em contrapartida, outros encontram a felicidade na sua ambição. E isso faz com que lutem todos os dias mais um bocadinho para alcançarem todos os seus objectivos, afinal, é essa concretização que lhes vai permitir alcançar a felicidade total.

Deste modo, creio que é imperativo afirmar que a felicidade e a tal “vida repleta” variam de época para época já que cada ser humano é influenciado pela época em que está inserido assim como pelas relações sociais que estabelece. Assim sendo, o que para uns era sinónimo de uma vida repleta e desafogada há uns anos atrás, para outros é completamente natural actualmente, o que faz com que eles busquem por outras formas de vida. Ou seja, há uns bons anos ser feliz era ter roupa para vestir todos os dias e aquele brinquedo, aquele único brinquedo desejado! Actualmente, pouca gente é feliz pela roupa que veste ou por ter aquele brinquedo, porque, a bem ou a mal, todos acabamos por ter estes bens materiais. Salvo os que, por circunstâncias da vida, não têm as condições básicas para sobreviver. Porém, como disse anteriormente, este conceito varia de pessoa para pessoa. E, actualmente, se para nós ter uma vida repleta passa por termos a casa ideal e o emprego com que sempre sonhámos, para esses, ser feliz é ganhar uma esmola abundante ao final do dia ou ter dinheiro suficiente para não ficar com o estômago vazio naquela noite.

Posto isto, é conclusivo que a forma como vemos o que é uma “vida repleta” é relativo. Todos temos formas diferentes de olhar para a vida e todos temos formas diferentes de agir perante cada situação que ela nos impõe. Talvez seja por isso que nos julgamos tanto uns aos outros. Porque não compreendemos como é que o outro vê a vida de uma forma tão diferente da nossa. Mas verdade seja dita, que interesse tinha a vida se todos lutássemos pelas mesmas coisas?

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Cátia Barbosa

Licenciada em Jornalismo e Comunicação. Apaixonada por rádio e pela escrita.

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