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CinemaCultura

Velocidade Furiosa 7

Quando já se pensava que os filmes da saga Velocidade Furiosa não podiam trazer mais nada de novo, os argumentistas voltam a surpreender os espectadores. Com cenas de acção bem coreografadas, enormes explosões, carros a voar e um argumento ainda mais intrigante, este sétimo filme da saga chega ao pódio dos melhores. O realizador James Wan juntou Vin Diesel, Paul Walker (este que foi o último filme do actor), Dwayne Johnson e Jason Statham para mais um filme, onde a adrenalina é vivida ao máximo.

O enredo segue o anterior. Deckard Shaw (Statham) procura vingança pela morte do irmão, que Hobbs (Johnson), Dominic (Diesel) e a sua equipa assassinaram. Apesar de pensaram que a vida de criminosos tinha finalmente chegado ao fim, Deckard não deixa o grupo e vai matando-os um a um. Além desse inimigo, terão de derrotar uma ameaça terrorista que pode transformar qualquer meio tecnológico numa arma. Com efeitos visuais aparatosos, onde perseguições, tiroteios e saltos a arranha-céus,são projectados da forma mais real possível,as habilidades físicas das personagens são testadas ao máximo. Este filme faz mesmo vibrar. Confesso que andei com o coração aos saltos em alguns momentos com tanta emoção. Os protagonistas eram levados para cada situação perigosa, mas loucamente safavam-se sempre. Apesar de considerar um óptimo entretenimento, considero este um factor desfavorável. O excesso de ficção e exagero nos efeitos visuais torna a história demasiado previsível.

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Esqueçam os brutos carros e as paisagens exóticas, Velocidade Furiosa está a tornar-se muito mais do que isso. Já se pode chamar a “galinha dos ovos de ouro” da Universal Pictures. O seu sucesso de bilheteira comprova, facturaram aproximadamente 384 milhões de dólares em todo o mundo.

Outro assunto a falar no filme e ainda mais delicado, é a presença de Paul Walker, que em 2013 faleceu na sequência de um acidente de carro. Após muita ponderação, os produtores decidiram continuar com a realização do filme. Aproveitaram as cenas já filmadas com o actor, com a ajuda dos seus irmãos e as técnicas CGI recriaram a personagem Brian O’Connor. O seu papel é ligeiramente mais secundário, comparando com os anteriores filmes. O final não podia ter sido mais bonito, com uma homenagem a Paul Walker, e poderá existir uma grande probabilidade de lágrimas caírem. Este não foi um adeus, mas um até já.

Concluindo, Velocidade Furiosa 7 é um excelente blockbuster. Cheio de acção e visualmente atractivo, com apenas do senão. Não existe um desenvolvimento das personagens. Estas mostram-se mais à prova de bala do que os “Vingadores”. Contudo, a viagem não termina por aqui, o oitavo filme da saga já se encontra em desenvolvimento.

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Célia Paula

Licenciada em Ciências da Comunicação, adoro escrever e ler. Sou lontra de sofá, amante de filmes e séries de televisão, vejo tudo o que que posso. Aprendiz de geek, vivo num mundo de fantasia. Adoro a vida, e ainda há tanto para descobrir.

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