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Urban Tales renascem em novo álbum

Depois de 7 anos sem produzir álbuns, os Urban Tales estão de volta com Reborn – um disco composto por 16 faixas que explora vários estilos musicais desde o rock ao acústico e do metal ao pop.

Reborn é um álbum cantado em português e inglês e conta com a participação de vários convidados, entre eles, Loren Dayle, Vítor Espadinha, Sofia Pires e Mariana Azevedo.

Vocês surgem enquanto banda em 2005. No entanto, nos últimos 7 anos não produziram nenhum álbum. Porquê esta espera?

Nos últimos anos, estive mais envolvido em trabalhar com outras bandas através da minha empresa de produção de áudio (MR Diffusion) e também porque, depois do segundo álbum (“Loneline still is the friend”), quis mudar de som e, nessa pesquisa, levei algum tempo a saber por que caminho ia.

7 anos depois surge, então, o “Reborn”. Tendo em conta que, neste período de tempo, a própria música em Portugal sofreu algumas alterações, que preocupações tiveram na elaboração deste álbum que não teriam há 7 anos atrás?

Nenhumas, no sentido em que não me segui pelo que se ouvia ou o que se fazia naquele momento. Tentei fazer o que sentia e o som que mais gosto/oiço. A minha preocupação foi fazer algo verdadeiro e como um álbum conceptual (história do início ao fim), que houvesse um fio condutor durante todo o álbum.

Qual é o vosso objetivo ao apostarem, agora, em estilos diferentes?

Que as próprias músicas tivessem uma dinâmica diferente entre elas e, claro, pelo gosto pessoal, visto que todos eles são músicos que gosto e sigo.

Este álbum é cantado em inglês e português. Porquê esta aposta?

Desde o segundo álbum que já tinha essa intenção. Gosto e oiço todo o tipo de música, seja em português ou inglês. Era algo natural de acontecer…

Para além da variedade de línguas, também surgem diversos convidados. Hoje em dia é importante essa colaboração com outros músicos para alcançar novos públicos?

Se for importante para a própria música, então acho que vale a pena. Eu escolhi os músicos do álbum, porque gosto genuinamente do trabalho deles. Então é um grande orgulho tê-los tido neste álbum. Não escolhi ninguém pelo motivo de chamar desta forma mais atenção ao próprio álbum.

Reborn” foi lançado digitalmente em Outubro. Como tem sido o feedback desde então?

Bastante bom. Desde os singles lançados que alcançaram o top iTunes em Portugal e Espanha ao facto de termos ido a várias televisões apresentar as mesmas e de termos tido uma forte aceitação das rádios às novas músicas. Os próprios ouvintes aceitaram o novo trabalho melhor do que esperava.

E como é que estão em termos de concertos?

Estamos abertos a convites. Se forem interessantes, os Urban Tales poderão voltar aos palcos.

Sentem que, de facto, a vossa música renasceu com este álbum?

Sem dúvida, basta ouvir em termos sonoros e talvez ainda vá mudar mais num futuro próximo…A ver…

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Cátia Barbosa

Dizem que sou sonhadora. Gosto de sonhar acordada mais do que quando estou a dormir. Prefiro o som às imagens e a natureza aos ecrãs. Acredito em magia, em sonhos que se realizam e em tudo aquilo que não se vê com os olhos. O amor move-me e foi ele que me levou às palavras. A licenciatura em Jornalismo e Comunicação tirou-me qualquer dúvida sobre aquilo que quero fazer na vida. E o amor pela rádio só veio aumentar essa certeza.

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