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Um Fim de Tarde com os Killer Mustang

Bem do topo deste cantinho à beira-mar plantado surgem os Killer Mustang. Pouco divulgados ainda, mas com grande mérito pelo seu empenho. Uma banda com uma sonoridade que nos pode transportar até aos cafés de uma América Central, ou mesmo sulista, onde o charuto e as bebidas fortes são a melhor companhia.

Aqui tão perto de nós, com EP ainda acabadinho de “cozinhar”, relaxem num final de tarde com sonoridades únicas, enquanto descobrem que Portugal tem ainda mais talentos por descobrir. Deixem-se envolver com uma sonoridade tão especial que marca a garra dos “Mustang no Sangue” e no ouvido.

Como surgiram os Killer Mustang?

O nosso antigo baterista, Adelino “Pato” Figueiredo, queria formar uma banda, para tal fez um trabalho de prospeção no concelho de Monção. Através da mesma conheceu o nosso antigo baixista, Hélio Lindo Barros. Depois de um entra e sai de membros, chegamos à formação atual.

Porquê este nome para a vossa banda? De onde surgiu o vosso nome?

O nome da banda surgiu devido a uma história caricata do nosso antigo baterista, que quando era criança e praticava equitação nos Estados Unidos, o seu país de origem, foi perseguido por um cavalo enraivecido.

Como se definem em termos musicais? Quais são as vossas influências?

Temos um vasto leque de influências, gostamos de surpreender o ouvinte tentando fazer músicas o menos previsíveis possível. Tanto tocamos uma valsa ou um tango, como a seguir estamos a tocar metal ou math rock. Temos como influências bandas como: Faith No More, Bunbury, Adebesi Shank, Leonard Cohen, 65daysofstatic, Mars Volta, Nerve, Mão Morta, Dead Combo, etc. Gostamos de nos definir como uma banda de Western-Spaghetti-Multiplerock + Escaxa.

Vocês cantam em 3 línguas. Porquê?

Cantar em 3 línguas surgiu naturalmente, quer pelas nossas influências, quer pela nossa proximidade geográfica com Espanha.

Com qual das línguas vos dá mais prazer trabalhar?

Gostamos mais do Castelhano e do Português com uma ligeira preferência pelo Castelhano.

Que projectos têm de futuro?

Fazer e tocar o mais possível, chegar ao maior número possível de ouvintes.

Onde vos podemos ver e/ou ouvir?

Podem ver-nos e ouvir-nos em:

Como se apresentariam num parágrafo?

Somos uma banda muito espetacular, ouçam. Mustang no Sangue.

Qual o impacto que querem criar nos vossos ouvintes?

Gostávamos que a nossa música fizesse falta aos nossos ouvintes.

Qual das vossas músicas, até à data, vos deu mais gosto de criar?

Recuerdo“.

Alguma história engraçada que queiram partilhar dos vossos ensaios?

Não temos histórias engraçadas, trabalho é trabalho, conhaque é conhaque.

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Maria João Mimoso

Nasci em Lisboa e sou licenciada em Ciências da Linguagem pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Acredito que a satisfação da minha criança interior ajuda a melhorar o mundo. Curiosa, irreverente, aventureira, diferente, sonhadora e uma grande entusiasta dos pequenos e simples prazeres da vida.

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