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CinemaCultura

Só podiam ser irmãs

Tina Fey e Amy Poehler provam que por vezes necessitamos de uma folga das responsabilidades.

Entrar na fase adulta por vezes pode ser um choque. Arranjar emprego que ocupa a maioria do nosso tempo, contas para pagar, filhos para cuidar, casa para arrumar. Podia estar aqui a enumerar as várias responsabilidades que fazem parte da nossa vida quando crescemos, mas vou manter-me apenas com as principais. Estamos tão concentrados nessas ocupações que por vezes esquecemos de nos divertir. Ora em momentos como esses lembramo-nos dos nossos melhores dias, quando éramos jovens, ambiciosos e cheios de energia. Numa comédia totalmente feminista juntam-se as melhores comediantes norte-americanas da actualidade. Tina Fey e Amy Poehler, são duas irmãs, Kate e Maura Ellis. Nos seus 40 anos ainda estão “presas” aos seus papéis da adolescência. Kate, a irmã mais velha era a rainha da paródia e da despreocupação, Maura era a mais atinada, fazendo sempre o mais correto. Após a decisão final dos pais em vender a casa onde passaram toda a infância e adolescência, as irmãs, decidem fazer uma última festa em memória aos bons velhos momentos. O motivo é simples, dar uma folga às responsabilidades do quotidiano. Kate não consegue ter o respeito da filha, nem manter um emprego fixo. Já Maura, vive solitária desde o seu divórcio.

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O realizador Jason Moore já tinha mostrado a sua perícia para a comédia no filme “Pitch Perfect. Volta agora novamente para um filme com  protagonismo feminino. Tina Fey e Amy Poehler têm uma amizade que já ultrapassa os vinte anos. As duas actrizes são a prova que as mulheres também sabem ser engraçadas. Começaram com stand-up na televisão, até que conseguiram uma série só delas. Fey era actriz e argumentista em “30 Rock” e Poehler o mesmo, mas na série “Parks of Recreation. Finalmente conseguiram um filme em que ambas lideram o papel principal. Os desempenhos das actrizes neste filme são engraçados, mas não tanto como esperávamos. A fasquia estava alta, mas o argumento criado por Paula Pell, que também já escreveu textos para os Óscares, apresentava algumas tentativas falhadas de piada. No entanto, Fey e Poehler conseguiram manter a química e o à-vontade que sempre tiveram no grande ecrã. “Só podiam ser irmãs” é um filme com um toque original, que entretém. Leve de ver e divertido, este será um bom serão para quem gosta de comédia ligeira. Por vezes, a realidade pode ser dura de enfrentar, mas com um pouco de descontracção todos temos que assumir as responsabilidades.

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Célia Paula

Licenciada em Ciências da Comunicação, adoro escrever e ler. Sou lontra de sofá, amante de filmes e séries de televisão, vejo tudo o que que posso. Aprendiz de geek, vivo num mundo de fantasia. Adoro a vida, e ainda há tanto para descobrir.

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