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Smartwatches

O tempo não pára! Num frenesim de pessoas, momentos e vivências, todos tentamos estar ao dia. O que ontem era avant garde, hoje já é retro. Quando falamos de Smartwatches, erradamente atribuímos o seu aparecimento aos dias de hoje. Corria o ano de 1927, quando, de certa forma, nascia o primeiro Smartwatch. O “PlusFour Wristlet Route Indicator”, ou, de uma forma mais descomplicada, um relógio indicador de destino, ao estilo do Global Positioning System (GPS), viria a ser o originador de uma explosão de gadgets de pulso. Desde então, foram poucas as iterações deixadas de parte. Desde relógio-calculadora, passando por relógios com televisão integrada, não deixando de parte o bizarro relógio com sistema operativo Linux embutido, os novos conceitos eram postos a prova num turbilhão de pura inovação. Contudo, se no século passado estes wearables eram algo que vinha e ia consoante modas, no século XXI vieram para ficar!

sonysmartwatchUm dos grandes factores que contribuem para esta nova ascensão dos smartwatches são os smartphones. Até ao fim de 2016, espera-se que 2 biliões de pessoas possuam um smartphone, sendo que grande parte dos smartwatches são desenhados para terem uma integração fluida com os telemóveis, quase que como sendo uma extensão dos mesmos. Através deles, podemos ler mensagens, atender chamadas e, até, tirar fotografias e gravar vídeo, se o smartwatch possuir câmara. No entanto, não são só estes pontos que estão a conseguir levar os dispositivos desde as prateleiras das lojas até aos cestos de compras dos consumidores. Uma das grandes abordagens, feita por alguns fabricantes, é desenvolvida à volta de transformar o aparelho “fitness friendly”. Determinados smartwatches, lançados por algumas marcas, visam oferecer ao utilizador um vasto leque de opções, quer para acompanhar os seus status de saúde diários, quer para acompanhar os seus exercícios físicos. Mais, muitos smartwatches vem já munidos com sensores que visam garantir o melhor serviço possível, tais como sensores para medir a pulsação, ou até sensores para medir o deslocamento em passos.

Porém, será que os smartwatches são gadgets apenas para os mais chegados à tecnologia e para entusiastas do desporto, ou também se podem destacar como um produto de moda? Ao procurarmos smartwatches nos vários pontos de venda, quer lojas online, quer em grandes cadeias da especialidade, podemos encontrar uma ampla gama com todo o tipo de escolha. Desde braceletes em pele até aço inoxidável, de todas as cores e feitios, somos expostos ao florescer de um novo mercado, que interliga a tecnologia e a moda de uma forma simbiótica e nunca antes vista.

Apenas o futuro ditará como será a evolução dos smartwatches e qual será a próxima iteração, mas uma coisa é certa. Eles vieram para ficar!

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Carlos Vaz

Estudante de Engenharia Electrónica na Universidade do Minho, nutre especial interesse por tecnologia, cinema e videojogos. Faz dos videojogos o seu hobby principal, coleccionando tudo o que consegue encontrar.

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