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PersonalidadesSociedade

Scarlett Johansson

Scarlett Johansson (Nova Iorque, 22 de novembro de 1984) é a actriz mais rentável da história do cinema. Nascida e criada em Manhattan, Scarlett desejava ser actriz desde criança e pisou pela primeira vez o palco de um teatro aos 8 anos. 

Se em jovem começou a chamar a atenção com os seus papéis em “O Encantador de Cavalos” (1998) e “Ghost World” (2001), é a partir de 2003 com o filme “Lost in Translation” que se torna inesquecível. Neste filme, Scarlett Johansson contracena com Bill Murray, tendo como cenário a cidade de Tóquio e o magnetismo desta actriz torna-se evidente. O seu talento, aliado a uns deslumbrantes olhos verdes, leva até a comparações com Lauren Baccal e com o glamour das actrizes daquela geração. 

Juntamente com o seu desempenho em “Rapariga com Brinco de Pérola”, Johansson foi nomeada quatro vezes para o Globo de Ouro de Melhor Actriz. 

Seguem-se filmes como “Match Point” (2005), “The Island” (2005), “The Prestige” (2006), a comédia dramática “Vicky Cristina Barcelona” (2008) e “The Other Boleyn Girl” (2008). 

Nesta mesma altura, a actriz revela ao mundo uma outra faceta sua: a de cantora, tendo lançado dois álbuns de estúdio – “Anywhere I Lay My Head” (2008) e “Break Up” (2009). 

Em 2010, Scarlett entra no universo Marvel com a personagem da Viúva Negra, tendo repetido este papel em vários filmes, como “Vingadores: Guerra do Infinito”. As características desta personagem assentam na perfeição à actriz: uma sensualidade implícita a par de talentos especiais.  

Em 2012, no filme “Hitchcock”, interpreta Janet Leigh, aquando da rodagem de “Psico”, trazendo de novo ao ecrã a mítica cena do chuveiro, desta vez filmada do ponto de vista daquele cineasta.  

No filme “Her” (2014), Johansson dá voz, literalmente, a um sistema operacional de computador e consegue, com o seu magnetismo e sedução, transmitir-nos todas as emoções e pensamentos de forma intensa. Em “Lucy” (2014) e “Ghost in the Shell” (2017) desempenha papéis de mulheres que adquirem capacidades extraordinárias, capazes de salvar o mundo.  

Eleita duas vezes a mulher mais sexy do mundo, pela revista “Esquire”, Scarlett Johansson, ainda que consciente da sua sensualidade e do papel que estas características desempenham na indústria cinematográfica, não gosta de ser considerada um símbolo sexual. Para ela, os atributos físicos não duram para sempre e, como tal, não serão o que marca a longevidade, nem o sucesso de uma carreira no grande ecrã. Aliás, David Fincher não terá escolhido esta actriz para personagem principal em “The Girl with the Dragon Tattoo” precisamente por a achar demasiado sensual.  

No entanto, a imagem de marca de Scarlett passa muito pelos seus olhos verdes, os seus lábios carnudos e a sua voz, bem como pela sua postura envolvente. Não poderíamos ser redutores ao ponto de não referir o seu talento, a sua versatilidade e o seu magnetismo, na forma como consegue prender os espectadores e tornar os seus trabalhos em grandes êxitos de bilheteira.  

O que Scarlett Johansson parece conseguir é aliar todos estes factores de forma bem-sucedida e, mesmo com o passar dos anos, suspeitamos que continuaremos a vê-la inundar os ecrãs com o seu brilho. 

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Raquel Guerra

Apaixonada pelas palavras desde que me conheço como gente. Ávida consumidora de poesia. Sonhadora. Crente nas pessoas. A escrita como vínculo com o outro. Em construção constante.

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