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Portugal

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Onde estão os fundos que foram angariados para ajudar as vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande? Como está o caso Raríssimas? Caso Marquês? Estes e tantos outros sem resposta, numa sociedade que dá mais ênfase ao Rui Pinto, o suposto hacker que tem um penteado engraçado e parece um ouriço.

Casos e processos que aparentemente lesam o estado e nem um desfecho, pelo menos até hoje, claro.

Isto, sim, julgo ser importante. Há quem diga que, para se abafar um caso, surge outro e assim sucessivamente até ter “caído” em esquecimento. Um dia que sejam as alegações finais e leitura de sentença ninguém estranhe o absolvimento por falta de provas. Ninguém, caso chegue à comunicação social, claro.

Vejo na comunicação social, em alguns programas, apontarem mais falhas ao VAR (aquela nova facilidade para a arbitragem no futebol) do que em alguns sistemas neste Portugal do século XXI. Bolas, como neste pais se vive o futebol de uma forma como não se vive outra coisa.

Se uns falam de membros do governo conseguirem encaixar familiares e amigos no mundo laboral, outros falam na imensa despesa de que alguns funcionários acumulam ao longo da sua actividade profissional. E depois?

Vejo fazerem mais ruído com a presença de sua excelência, Marcelo Rebelo de Sousa, no bairro da Jamaica do que com o congelamento da progressão profissional. Obviamente que acharia admissível a presença de tal figura de estado, e outras, muitas outras em tal bairro e outros, em situações de ocorrências.

Houve até outras figuras que visitaram esquadras de policia, mas e o que mudou?

Vejo nas redes sociais representantes de associações e outras “situações” a exporem perfis de Facebook de elementos das forças de segurança, de forma a revelar a sua identidade, e eu pergunto: Qual o intuito? Instigar o ódio e a violência?

Quem quer namorar com o agricultor ou quem toca à campainha na casa da Cristina, isso, sim, é verdadeiramente importante.

Portugal, um pais cheio de pontas soltas e que teima em acordar ao som do telemóvel e não com o galo como noutros tempos.

Bruno Marriço

Como alguém escreveu um dia, “não basta que todos sejam iguais perante a lei. É preciso que a lei seja igual perante todos."

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