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Negócios

Porque Colaboramos?

No início da formação da raça humana, colaborávamos entre nós para podermos sobreviver, com a caça, a defesa de outros animais e com a pesca. Milhares de anos depois, continuamos a colaborar e há quem diga que é uma das nossas características como espécie. Porque é que sentimos a necessidade de colaborar? O que ganhamos enquanto espécie e enquanto indivíduo? Porque colaboramos?

Portugal atingiu, pela primeira vez, desde 2006, um lugar de maior destaque, no ranking do World Economic Forum 2015, no índice de competitividade. Inverteu a tendência de descida no ranking, subindo do 51.º para o 36.º lugar, com a melhor classificação de que há memória. Subimos de posição não porque inovámos, mas porque recuperámos o que nos caracteriza, a colaboração. José Carlos Caldeira, presidente da Agência Nacional de Inovação (ANI), no encerramento da Conferência Inovação e Crescimento, realizada a 14 de Abril deste ano, referiu que “temos mais inovação e somos mais inovadores, porque colaboramos mais. Numa matriz empresarial como a portuguesa e com o sistema científico existente só se consegue inovar mais através da colaboração”.

A colaboração não só permite que as pessoas estejam melhor preparadas para enfrentar circunstâncias, como também criar relações de confiança e de entreajuda, que estruturam as relações entre as pessoas. Estimula-se a preparação de trabalho em equipa, com responsabilidades distribuídas, a acção é feita pelo bem comum e não individual, tem-se maior percepção do real valor do trabalho, no contexto em que está inserido. Trocam-se experiências, geram-se soluções, têm-se variadas perspectivas e variadas ideias, que individualmente poderiam ser inimagináveis, partilham-se saberes e experiências, convivências.

É por isso que a colaboração pressupõe que, além da pessoa perceber que faz parte de um processo, também entende que a prestação é fundamental para atingir determinados objectivos. Existe um foco no objectivo e trabalha-se em conjunto para atingi-lo, passando as pessoas a ser entendidas como solucionadoras. Por outro lado, quem não colabora, é visto como aquele que está orientado unicamente para objectivos individuais e que, por isso, não entende o que é a partilha e o trabalho em cooperação.

Lembre-se que na construção de uma rede e colaboração, facilitamos o trabalho dos outros e, por consequência, o nosso, porque a essência do ambiente inovador está casada com a colaboração entre as pessoas e jamais se divorcia.

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Rita Nunes Ferreira

Licenciada em Comunicação Social e pós-graduada em Estudos Europeus nasci neste mundo onde tudo/quase tudo se traduz em formas de comunicar. Tenho uma paixão nata pela escrita e um soberbo gosto pelo jornalismo em áreas diversas - lifestyle, sociedade, direitos humanos, política, assuntos europeus. Tendo sido ou não talhada para esta azáfama constante não existe o que possa demover. Todos os dias se justifica acordar e escrever mais um "bocado".

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