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O hábito faz o monge

Para o bem e para o mal, todos nós temos os nossos hábitos, manias, costumes.

Se é benéfica alguma consistência e capacidade de fazer planos, de desenvolver métodos, de gerar confiança nos outros, é por outro lado saudável conhecermo-nos melhor e desafiarmo-nos a mudar, a experimentar. Mudar custa, mas, como desafio pessoal, pode ser muito gratificante descobrir aquilo que desconhecíamos, ou superar aquilo que pensávamos não ser alcançável.

A capacidade de não nos limitarmos, ou deixarmos limitar aflora se mudarmos o “chip”, ou sairmos de modo de estar mais apático e acomodado, com o qual podemos e devemos romper. Essa mudança é muito benéfica, como poderão ler aqui. E deve fazer-se não apenas nas tarefas do dia a dia, mas previamente ao nível do pensamento e das ideias.

10_07_15

 

 

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Ricardo Jorge

Lisboa, 1978. Licenciado e mestre em Arquitectura pela Universidade de Lisboa, estudou também Design e Ensino das Artes. Paralelamente a estas áreas desenvolve trabalho em Ilustração e Desenho com exposições regulares em Portugal.

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