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Inteligência emocional: aprender com o outro

A inteligência emocional caracteriza-se pela capacidade de reconhecermos e avaliarmos os nossos sentimentos e os dos outros e, posteriormente, lidar com eles. Assim, há quem tenha uma inteligência emocional alta e, em contrapartida, há quem não a consiga desenvolver completamente.

Para Goleman, este conceito é o maior responsável pelo sucesso ou insucesso do ser humano. Isto porque, por exemplo, em situações profissionais o relacionamento entre as pessoas é crucial e uma pessoa com uma maior inteligência emocional tem mais chances de ser bem sucedida. No entanto, no mesmo local de trabalho podemos encontrar indivíduos com níveis de inteligência emocional diferentes e, nesse caso, a comunicação é essencial para encontrar um ponto de equilíbrio. Contudo, para que essa comunicação seja eficaz é necessário percebermos quando é que alguém tem uma inteligência emocional baixa para sabermos como lidar com isso.

Normalmente, as pessoas com uma inteligência emocional baixa têm dificuldade em relacionar-se com o outro. Não entendem como é que ele se sente; consideram-no muito sensível e/ou não sabem lidar com emoções fortes. Assim, parte do trabalho parte do outro: do que sabe relacionar-se com os demais, do que compreende, do que tem a sensibilidade. Porque a verdade é que, se o outro tem uma inteligência emocional apurada vai conseguir colocar-se no lugar do que não a tem e ajudá-lo a desenvolvê-la da melhor forma possível. Deste modo, trabalhar com alguém com uma baixa inteligência emocional pode tornar-se mais fácil, se aprendermos a não discutir um problema por muito tempo, a criticar em privado e, acima de tudo, a tentar compreender a história de vida do nosso colega. As vivências e o passado são, sem dúvida, as coisas que mais influenciam o nosso modo de agir e de ver o que nos rodeia.

Concluindo, o bom funcionamento de um local de trabalho depende da relação entre as pessoas que lá trabalham. Portanto, é crucial colocarmo-nos no lugar do outro, tentar perceber as suas frustrações, medos ou inseguranças e, acima de tudo, mostrarmos interesse em conhecer a sua história. Todos precisamos de sentir que somos precisos no lugar onde estamos.

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Cátia Barbosa

Dizem que sou sonhadora. Gosto de sonhar acordada mais do que quando estou a dormir. Prefiro o som às imagens e a natureza aos ecrãs. Acredito em magia, em sonhos que se realizam e em tudo aquilo que não se vê com os olhos. O amor move-me e foi ele que me levou às palavras. A licenciatura em Jornalismo e Comunicação tirou-me qualquer dúvida sobre aquilo que quero fazer na vida. E o amor pela rádio só veio aumentar essa certeza.

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