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Faz as malas, vamos viajar!

O mundo é um lugar tão vasto que se torna uma missão quase impossível identificar um sítio como o meu destino de sonho. Com muita pena minha ainda não viajei tanto quanto gostaria, no entanto, é ver-me com listas, tabelas de preços, ficheiros com fotografias e locais de interesse, dos mais variados locais espalhados por esse mundo fora. Se o sonho comanda a vida, o meu é sempre a bordo de um avião.

Contudo, vamos por partes, não sou grande fã de cidades, não desgosto, mas, até agora não conheci uma que me deslumbrasse! Pede-se calma a todos os city lovers, amantes de barulho, prédios e luzes, não é a minha praia, mas não significa que não aprecie conhecer. Digamos que três diazitos em cada uma dessas cidades seria mais do que suficiente para mim. É ver as atrações principais, reter a atmosfera da cidade, tirar umas fotografias para a posteridade e está feito!

Deste modo, sei que, ainda que exista um mundo por explorar, podendo, aquilo que faria amanhã seria sair de casa com a mochila às costas e fazer o triângulo: Índia, Tailândia e Indonésia. As diferentes culturas (e até o choque das mesmas para com a minha) a natureza, o verde, a água, os preços acessíveis e as paisagens de cortar a respiração formam o cenário perfeito para aquilo que eu chamo o meu destino de sonho.

Começando pela Índia, temos, claro está, o maior símbolo do país, o Taj Mahal. Em Jaipur encontramos o melhor e o pior da Índia, sendo caótico, confuso, sujo e lotado, mas também guarda fortes de marajás e encantadores de serpentes. Ainda que não nos atraia muito, a curiosidade de apreciarmos aquilo que nos é estranho, será sempre um dos caminhos para nos aventurarmos. Existem ainda os famosos safaris de camelos com direito a passar uma ou várias noites no deserto, templos para os mais diversos gostos, incluindo templos eróticos que se podem encontrar na pequena cidade de Khajuraho, e, uma curiosidade gigante da minha parte em conhecer e sentir a atmosfera das margens do rio Ganges, em Varanasi. E, naturalmente, temos Goa, a Índia que já foi Portugal. Goa é um pedaço de Índia onde as ruas têm nomes portugueses e as famílias sobrenomes como Mascarenhas e Souza, um sítio obrigatório, portanto.

Passamos de seguida para a Tailândia, que, por mais praias paradisíacas que tenha, templos lindíssimos e festas da lua cheia, a primeira coisa que me lembro sempre que falo na Tailândia é das baratas e das tarântulas caramelizadas. Não se assustem, não iria lá somente com este objectivo, mas certamente que iria provar. E escusam o gesto enojado, porque sempre que digo isto e me fazem o mesmo, comparo sempre com o bom do “tuga”, que come (e adora!) caracóis. Pois entre comer uma baratinha caramelizada e estaladiça e umas caracoletas cozidas e cheias de ranhocas, sem dúvida que marcham as baratas! Mas, voltando a coisas sérias e mais interessantes, a Tailândia sempre foi aquele destino que eu quis visitar. Primeiro, e antes de existirem as inúmeras pesquisas online, porque achava o nome exótico e longínquo, e isso já era o suficiente para querer ir, depois, porque percebi que não me sentia propriamente atraída pela confusão de Phuket e pelo seu turismo bastante descaracterizado, festas e álcool, ou pela capital em Bangkok confusa e caótica, mas que adoraria conhecer, por exemplo, o cenário do filme The Beach nas ilhas Phi Phi ou Kho Lanta, precisamente para fugir às massas turísticas. Em Chiang Mai visitar os magníficos templos de belezas indescritíveis ou apreciar toda a imponência da lua nas Full Moon Party, que acontecem todos os meses em noites de lua cheia na ilha de Ko Phangan.  Há experiências que marcam uma vida, e julgo que esta seria uma delas.

Por fim, temos a Indonésia. Quem é que nos seus sonhos de férias perfeitas associadas ao descanso e ao puro luxo providenciado pela natureza, não se imaginou a adormecer numa das casas da árvore, em plena harmonia com a envolvente e acordar com uma vista deslumbrante e com uma piscina privada? Eu já! E por diversas vezes! Este é o meu conceito de luxo e ainda para mais, um luxo conseguido com relativa facilidade, já que os preços diários destas casas são bastante acessíveis. Para mim, bastava-me este cenário durante 15 dias para descansar, esquecer o resto do mundo e apreciar o quão a vida é bela, mas ainda assim, existe muito mais para explorar na Indonésia. Entre cascatas, templos, campos de arroz e a floresta dos macacos, é escolher aquilo que mais nos agrada e partir à aventura!

Portanto, diversidade, vontade e planos não faltam para que esta seja considerada a minha viagem de sonho. No entanto, o México e as suas snots deixam-me sempre deslumbrada. Depois há aquele espetáculo da natureza, que não posso deixar este mundo sem ver, que é a aurora boreal. Ou ainda, as pirâmides maravilhosas do Egipto, ou a viagem ao tempo que fazemos quando vistamos a Escócia.

Bom, o melhor será fazer as malas, vamos viajar?

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Susana Correia

Auto-didacta que sempre teve na escrita a sua melhor forma de comunicação. Acredita que tudo acontece por um motivo, na força e no poder do pensamento e em energias positivas e negativas. Sabe que o amor é a resposta, independentemente da pergunta, e quando lhe perguntam qual é o seu, responde, sem hesitar, que é a filha.

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