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EducaçãoSociedade

Estudar: opção ou obrigação?

Estudar é a palavra que mais nos acompanha ao longo do nosso crescimento. Quando somos adolescentes nem sempre a valorizamos, mas quando crescemos somos os primeiros a inseri-la no vocabulário dos nossos filhos.

A verdade é que, desde muito cedo, somos aconselhados a estudar. Segundo os nossos pais, quanto mais estudarmos melhor será o nosso futuro. Vamos crescendo e vamos lutando por alcançar todos os nossos objetivos. Mas até que ponto esses são, realmente, objetivos nossos? E até que ponto a pressão do estudo não traz consequências negativas? Todos os pais querem o melhor para os seus filhos e os estudos estão, sem dúvida, no topo da lista de prioridades. Alguns planeiam colocar os filhos nas melhores escolas mesmo antes destes nascerem, o que mostra a relevância que é dada a esta questão. Mas porque é que isto acontece?

Estudar é cada vez mais importante e é essencial transmitir esta importância aos mais novos. No entanto, não são raros os casos em que esta pressão causa ansiedade, nervosismo e até mesmo sofrimento. A pressão de ter boas notas aliada ao pensamento do que será o futuro causa, muitas vezes, ansiedade nos jovens e, consequentemente, um sofrimento que pode ter consequências irreversíveis. Na maior parte das vezes não nos apercebemos que o incentivo em excesso pode realmente afetar o psicológico de um jovem que se esforça todos os dias para ter o melhor desempenho possível nos estudos. Estudar traz benefícios mas quando atinge grandes níveis de stress pode causar perda de peso, insónias e até mesmo depressões. Por isso, e para que este seja um hábito saudável, é necessário estar atento a todos os sinais, o que não impede que continuemos a motivar os jovens a estudar.

Neste sentido, a questão que se coloca é “como motivar sem gerar demasiada pressão?”. A resposta pode ser mais simples do que pensamos: não exigir mais do que a outra pessoa pode dar; não querer que entre em competição com os outros, mas consigo mesmo; não obrigar a seguir o “melhor” caminho, mas o caminho que o faz feliz. Se entendermos que somos mais eficaze,s quando fazemos o que mais gostamos, vamos saber transmitir esses valores às gerações futuras. Com a paixão e sem a pressão de “ter de fazer de determinada forma”, os resultados serão mais positivos e o desempenho cada vez mais produtivo.

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Cátia Barbosa

Licenciada em Jornalismo e Comunicação. Apaixonada por rádio e pela escrita.

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