Negócios

Empregados descontentes

Funcionários descontentes não são transparentes, por isso o que fazer para evitar? Como resolver este conflito que urge ser resolvido para precaver a propagação?

Existe relativa dificuldade em identificar funcionários insatisfeitos, uma vez que os sintomas e sinais de insatisfação são mais subtis, apesar de existirem tendências comuns que permitem avaliar esse problema a resolver. Estes últimos comunicam, sem deliberação, um berbicacho nas mãos da empresa. A negatividade pode ser uma aura a imperar neste cenário, baixando a produtividade e reconhecimento da empresa. Estes são problemas a solucionar com urgência. Para facilitar detectar o dilema existem factores chave que ajudam a identificar quase de imediato:

– Assiduidade – Os sucessivos atrasos, o absentismo, pausas longas e ao longo do dia causam não só uma quebra de produtividade, mas também revelam um reboliço da motivação. Certo é que, em muitos casos, o motivo destes indicadores se deve a questões pessoais, mas que, se faladas (mantendo a privacidade) podem recuperar o entusiasmo.

– Qualidade do trabalho – A produtividade é um dos melhores (e se não o melhor) indicadores de ânimo do funcionário. Se a qualidade desce é porque a motivação muito provavelmente também desceu. É nesta fase que se deve tentar perceber qual o principal potenciador deste cenário negro, uma vez que não só a produtividade do funcionário está em causa, mas antes a prestação de uma empresa no seu todo.

– Imprecisão no trabalho produzido – falta de atenção com o trabalho que está a ser feito afecta clientes e colegas e coloca em causa, mais uma vez, a empresa e a perda de clientes, por exemplo.

Insatisfação 2Nestes casos, colegas, chefes e directores devem ter uma atenção redobrada para estes casos. Devem-se manter atentos aos sinais de insatisfação para rapidamente identificar soluções imediatas. Conversas com os funcionários, de preferência depois da hora do lavoro, com o propósito de se aperceberem do problema.

Fazer perguntas para descobrir esse mesmo problema, questionar se existe algum momento em que se possa ajudar para aliviar a tensão, descobrir se envolve um outro funcionário são outras situações a ter em consideração.

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Rita Nunes Ferreira

Licenciada em Comunicação Social e pós-graduada em Estudos Europeus nasci neste mundo onde tudo/quase tudo se traduz em formas de comunicar. Tenho uma paixão nata pela escrita e um soberbo gosto pelo jornalismo em áreas diversas – lifestyle, sociedade, direitos humanos, política, assuntos europeus. Tendo sido ou não talhada para esta azáfama constante não existe o que possa demover. Todos os dias se justifica acordar e escrever mais um “bocado”.

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