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Ela

Ela sempre acreditou, elevou sempre as suas expectativas nos outros, confiança demais nos outros e pouca confiança em si mesma.

Ela é tímida, cheias de medos e receios, tinha medo da vida e principalmente de viver. Chorava demais e vivia de menos, sonhava demais e realizava de menos, mas a única coisa que ela fazia sem altos e baixos era amar.

Ela amava, sempre de forma incondicional. Seja algo que fazia ou, então, alguém. Principalmente alguém!

Ela tinha um problema. E era sempre de atirar-se de cabeça ao que sentia, os sentimentos eram muito importantes para ela. Ela era o que sentia! Na verdade, todos nós somos o que sentimos.

Ela vivia um sonho de vida. Na verdade, não na sua totalidade. Ela vivia o que sentia e sentia-se a viver um grande amor. Como nos contos! Era tudo aquilo que podíamos chamar de perfeição.

Contudo, nem sempre os contos são eternos como pensamos. E corações partidos vão sempre existir, porque, se há alguma coisa que não podemos controlar, é as acções do universo. E o universo deixou-a magoada!

Ela fechou-se. Já não quis saber de sentimentos e tinha medo das pessoas. Mais que o normal, na verdade. Jurou de pés juntos e coração cruzado que não se deixava levar intensamente pelo que sentia.

Até que o universo agiu com ela, mais uma vez. Ela voltou a sentir e isso a deixa apavorada. Não fazia parte dos seus planos, mas aconteceu.

Espero eu que ela possa viver feliz com o que sente. Sem decepções de expectativas nem o universo a deixar-lhe mais uma vez de coração partido. Será possível?

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Isabel Tukayana

Isabel Tukayana da SIlva Paulo, 19 anos. Gosto de desenhar, sair, cantar e peincipalmente escrever. A escrita é a minha paixão, a minha vida.

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