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À descoberta dos Brando Fel

A banda para a qual o rock é para ser dançado, os Brando Fel prometem enviar uma mensagem directa aos sentimentos dos seus ouvintes, seja ela de ânsia, alegria ou apenas libertação de si mesmas e dos seus dilemas diários. Depois de “Brando Fel” [2011], o álbum “Grand’Hotel” [2012] e o single “Bairro Alto” [2014], surge agora o álbum e respectivo single, “Alguma coisa”.

Quem são os Brando Fel?

Os Brando Fel são uma banda de Rock que procura criar canções originais que recriem as ânsias, os dilemas, as alegrias e as vitórias que afectam a vida de qualquer pessoa.

Em termos sonoros, procuramos juntar as referências que cada elemento da banda traz consigo à vontade de fazer algo que seja nosso e que não possa ser “colado” a outra banda. No que diz respeito à lírica, acho que conseguimos ter uma linguagem muito própria, que leva a que haja um confronto entre quem ouve e quem canta.

Porquê este nome para a vossa banda?

O nome de uma banda é sempre um filme…

Aqui, com base nas canções que tínhamos no início do projecto, achámos que sugeria qualquer coisa como “suave veneno” e ficou Brando Fel. Se fosse hoje, provavelmente seria apenas “Fel”, visto que a parte “suave” tem andado um pouco arredada do nosso lexo.

A adesão do público ao vosso conceito de concerto é alta?

Temos tido boas experiências nos nossos concertos. Falamos de um conceito sobejamente conhecido – é um concerto de Rock –, mas procuramos criar momentos mais densos em que o espectador tem de parar e ouvir. Esse equilíbrio entre os momentos do alinhamento talvez seja o maior desafio.

Como é que fazem com que o público se desiniba para se juntar a vocês?

Nos concertos gostamos de “picar” as pessoas. Tentamos não esquecer que aqueles que estão à nossa frente vêm à procura de descobrir uma banda, mas, sobretudo, procuram divertir-se e passar um bom bocado.

Como é que unem o vosso gosto pelo rock com o conceito de música para dançar?

Para nós, o Rock dança-se! Não se trata de associar géneros ou a componente electrónica. Falamos do estímulo, daquele ímpeto que te leva a, inconscientemente, mexer o corpo.

Depois de “Brando Fel”, “Grand’Hotel” e “Bairro Alto”, como surgiu “Alguma coisa”?

Surge da nossa constante ansiedade em fazer coisas novas. Além disso, vem no seguimento do nosso plano actual – de trabalhar à peça – apresentando edições de singles pelo meio digital, o que, de algum modo, nos dá tempo e calma para poder trabalhar mais canções.

Que planos têm de futuro agora com o novo single e já com um álbum editado?

O plano passa por compor novos temas, de modo a reformular, quase por completo, o nosso espectáculo ao vivo. Com esses novos temas, pensaremos também na edição de um EP ou novo disco.

Onde poderemos ouvir-vos e ver-vos?

De momento, estamos a preparar material novo e sem espectáculos agendados para breve. Poderão sempre seguir-nos em facebook.com/brandofel ou então no nosso site www.brandofel.com

Para quem usa o Spotify, também fica o convite para conhecerem todo o nosso trabalho.

Que música vossa acham que cativaria mais os nossos leitores? Tendo em conta a melodia e a letra.

“Bairro Alto”, “Alguma coisa” ou “Fortuna” são temas que convidam a mexer as ancas.

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Inês Faro

Estudante de Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade. Vivo para a música e grande parte dos meus interesses está nessa arte, nesse mundo tão vasto e com tanto ainda por descobrir.

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