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A Crónica da Lili: Virgil Abloh x Louis Vuitton + Prémios CFDA + 20 anos de Sexo e a Cidade

Senhoras e senhores, sejam bem-vindos à crónica da Lili – sim, esta vai ser a minha entrada super-hiper-mega original (or not). Antes de começar a teclar sobre três dos assuntos que marcaram o mês de junho, peço uma valente dose de inspiração, paciência q.b. e concentração máxima às entidades divinas. Pedido formalizado, vamos lá passar para o que interessa.

Virgil Abloh e a sua estreia como designer na consagrada casa francesa Louis Vuitton

Já todos sabem que com o início de junho chegam os dias de calor e o tão desejado verão, mas o que muitos desconhecem é que é o mês em que as atenções estão viradas para a moda masculina, com desfiles e apresentações para a temporada primavera-verão 2019.

E se há desfile que marcou a diferença, foi o desfile da casa francesa Louis Vuitton com a estreia do designer Virgil Abloh como diretor executivo das linhas masculinas. Diretamente da América, Virgil trouxe até aos jardins do Palais Royal uma coleção rica em cores prismáticas, padrões vibrantes e tons monocromáticos, como o vermelho, verde e azul. A apoiar Virgil estiveram várias celebridades conhecidas do público, como Kim Kardashian, Naomi Campbell, Rihanna e o seu amigo de longa data, Kanye West, que juntos protagonizaram um dos abraços mais sentidos até então presenciados na indústria. Um momento que fez derreter o coração dos presentes e que levou as redes sociais ao rubro – “icónico”, “amoroso”, “para relembrar” são algumas das palavras que se fizeram ecoar durante esse importante dia para a moda.

Virgil Abloh é a prova de que a mudança está a acontecer em frente dos nossos olhos. Uma maior diversidade, uma maior proximidade e um maior espírito disruptivo fazem parte da missão do designer de moda do momento – Como se costuma dizer na linguagem moderna: “You’re killing it, Virgil.”

Virgil Abloh a posar para as câmaras

Uma visão sob o desfile

O abraço sentido entre Virgil e Kanye

    Uma noite para relembrar nos prémios do Conselho de Designers de Moda da América (CFDA)

    Junho foi o mês em que teve lugar em Nova Iorque, a cidade que nunca dorme, a entrega de prémios do Conselho de Designers de Moda da América (CFDA). Com transmissão da gala em exclusivo no Facebook, decidi manter-me acordada durante a noite toda (com um olho aberto e outro meio fechado) e com o meu kit de sobrevivência na mesinha de cabeceira: café com leite e bolachas – não, não eram integrais #notfit.

    A passadeira vermelha foi agraciada com looks de deixar cair o queixo (literalmente) e poucos foram aqueles que assassinaram as regras de bom gosto. Como estamos numa época de celebração da diversidade em todo o seu esplendor, os presentes apostaram ora em fatos, ora em vestidos com estampados floridos. Uma panóplia de escolhas para todos os gostos e feitios. Gigi Hadid foi um das convidadas que colocou a extravagância em primeiro lugar com um coordenado Versace que fez disparar os flashes na sua direção.

    A magnificência deste evento não passou apenas pela passadeira vermelha, mas, também, pelos vencedores da noite. Depois de um discurso comovente sobre o seu percurso de vida, a supermodelo Naomi Campbell levou para casa o prémio de Ícone de Moda. Uma atribuição mais do que merecida a uma das mulheres mais inspiradoras da indústria.

    Numa era em que as redes sociais se tornaram num poderoso meio de disseminação de informação, este ano, o CFDA decidiu introduzir uma nova categoria na premiação, a categoria de influencer. Para a sua inauguração, ninguém melhor do que a socialite e aclamada influencer Kim Kardashian West. Conhecida pelo seu inquestionável poder em #BreakTheInternet e pelos seus milhões de seguidores, ao receber o prémio não podia deixar de fazer referência às vezes em que aparece sem roupa nas redes sociais. – Smart move, Kim.

    Entre os vencedores esteve também Donatella Versace que viajou diretamente de Milão para Nova Iorque para receber o prémio Internacional. Diane von Furstenberg, CEO e presidente do CFDA, foi galardoada com o prémio Swarovski para uma mudança positiva. E Raf Simons, atual diretor criativo da Calvin Klein, arrecadou o prémio de designer do ano nas coleções femininas.

    Kim Kardashian West em Rick Owens

    Diane von Furstenberg a receber o prémio Swarovski para uma mudança positiva

    Gigi Hadid num look Versace

    Dois dos vencedores da noite: Raf Simons e Naomi Campbell

    Donatella Versace na passadeira vermelha

      “Sexo e a Cidade” está de parabéns pelos seus 20 anos

      Morar em Nova Iorque, ter um grupo de bffs, passear pelas ruas com Manolo Blahnik e viver aventuras amorosas. Onde é que eu já vi isto? Sim, em “Sexo e a Cidade”. Junho foi o mês em que se assinalaram 20 anos da sua estreia no canal televisivo americano HBO. E, como fã assumida, não posso deixar de celebrar na Crónica deste mês as duas décadas desta série que é marcada pela intemporalidade.

      Vamos encarar factos: Já lá vão 14 anos desde o seu último episódio e 8 anos desde o seu último filme, mas o seu legado continua bastante presente nas gerações atuais. “Sexo e a Cidade” retrata a moda, o feminismo e o amor em todo o seu esplendor. E são estes os ingredientes que impulsionaram o meu amor pela série que me faz companhia nos #lazysundays e nas tardes de chuva, onde a vontade de sair de casa é nula. Sei que não sou a única que (re)vê a série vezes e vezes sem conta. No outro dia, estava a beber café com uma amiga, quando começámos a falar nas peripécias e nos momentos cómicos de “Sexo e a Cidade”. A conversa desenrolou-se com tanto entusiasmo que acabámos a noite numa maratona de episódios da série que conquista gerações atrás de gerações. É caso para se dizer: Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda batem forte cá dentro.

      Um brinde às duas décadas de “Sexo e a Cidade”

      O grupo de Best Friends Forever a assistir um jogo de basebol

      All smiles em “Sexo e a Cidade 2”

        E é este o desfecho da Crónica da Lili do mês de junho. São 22h, já tenho o banho tomado, o pijama vestido e chove lá fora. Está instalada a atmosfera perfeita para me enfiar debaixo dos cobertores e assistir a mais uns quantos episódios de “Sexo e a Cidade”.

        Vemo-nos daqui a 1 mês, no lugar do costume, aqui, no Repórter Sombra.

        Xoxo,
        Lili

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        Liliana Pedro

        Estudante de jornalismo, fashion lover e sonhadora nas horas vagas. "Tudo é considerado impossível até acontecer" - Nelson Mandela

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